Nova onda de contágio assusta categoria, que tem contato direto com a população
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
Bradesco atende reivindicação da COE e lança campanha contra covid-19
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
Cassi: diretoria convoca reunião com entidades para admitir rombo de R$ 366 milhões
Diretoria ainda propõem jogar nas costas de associados déficit ocasionado por falhas de gestão
De forma intempestiva e desrespeitando a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e as entidades representam os associados (Anabb, Aafbb e Faabb), diretores e representantes de conselhos da Cassi, convocaram para a tarde desta segunda-feira (14) uma reunião onde admitiram déficit de R$ 366 milhões no Plano Associados.
“Elencamos uma série de problemas. Primeiro, parece que a Cassi quer assumir o papel da Comissão de Empresa, que representa os associados na entidade de assistência dos funcionários do BB. Segundo, finalmente admitiu a situação de déficit do Plano Associados, que denunciamos diversas vezes, bem antes de os novos eleitos da Cassi tomarem posse, em junho deste ano. E, além de tudo isso, apresentaram uma proposta vergonhosa, que onera apenas os associados, com aumento de coparticipação que pode chegar a 50%. Isso impactaria apenas aos associados, pois o banco não colocaria um tostão na coparticipação”, denuncia o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), João Fukunaga.
Ele observa ainda que a decisão de aumentar a coparticipação, foi levada para uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo na manhã desta segunda, antes da reunião com as entidades. “Então, ao que tudo indica, eles chamaram essa reunião, no período da tarde, já com uma proposta, na tentativa de que as entidades que representam os trabalhadores homologassem”, completa.
“Todos nós, de forma unânime, não aceitamos as propostas colocada na mesa pela Cassi. Porque a única oferta foi reajustes naquilo que fere diretamente os associados, como se o adoecimento fosse culpa única e exclusivamente deles, o que não é. Muito dos associados carregam doenças provocadas no trabalho, pelas metas abusivas. Então, o banco tem que ser responsabilizado”, pondera Fukunaga.
Trabalhadores vinham alertando
“A postura das diretorias da Cassi, formada por indicados do BB e eleitos do chamado Grupo Mais, não é transparente com os associados, que até hoje só sabem da real situação deficitária por denúncias das entidades representativas dos trabalhadores”, pontua Fukunaga ao destacar que sucessivas matérias foram publicadas somente ao longo deste ano sobre o déficit que vinha se acumulando no Plano Associados.
“Quando o material de campanha da chapa que a Contraf-CUT apoiava falou do déficit, a Comissão Eleitoral da Cassi veio para censurar, para que fosse retirado de circulação. Entretanto, essa proibição não estava no regulamento das eleições e, agora, passado algum tempo, estávamos certos. Ou seja, admitiram que já vinha ocorrendo déficit, porque o déficit operacional da Cassi começa durante o ano e não agora nesses últimos meses”, completa Fukunaga, observando que a administração teve tempo suficiente para promover mudanças estruturais que proporcionassem sustentabilidade no longo prazo.
“Esconderam esse déficit porque tinham uma chapa concorrendo, apoiada pelo banco e por diretores já presentes na entidade, entre eles o [Carlos Emílio] Flesch, [diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes], pertencente ao Grupo Mais. Então perguntamos: o banco admite que apoiava o Grupo Mais nas eleições da Cassi, o que explica a razão de ter escondido o déficit operacional? Por isso que não deixou a outra chapa publicar sobre o déficit e tirou o relatório Visão Cassi do ar por cerca de seis meses?”, questiona Fukunaga.
Entidades têm propostas
O coordenador da CEBB destaca que os representantes dos trabalhadores não aceitaram o programa de contingenciamento colocado na mesa pela direção da Cassi, por onerar única e exclusivamente os associados. Ele ainda destacou que já existem propostas das entidades, dentre elas estão o retorno da taxa administrativa, já acordada na Reforma Estatutária; recursos de decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre ressarcimento de ações trabalhistas, onde parte que é devida pelo banco seria direcionada à Cassi; e por fim, que o BB, como patrocinador, assuma das despesas que a Cassi teve no combate à covid-19.
“Parte dessas propostas já foram aceitas e reconhecidas pelo banco o que falta da Cassi é cobrar. Então, porque onerar os associados antes de cobrar que o banco responda a esses pedidos? E como são capazes de propor essa discussão que onerar os associados, na véspera de mudança do governo? Ou seja, essa atual administração, indicada pelo banco, quer mostrar somente agora serviço, onerando o associado com o lucro astronômico que o BB teve, sendo que pode ser que eles saiam da Cassi, com as mudanças no Planalto?”, pontua Fukunaga.
Estratégia Saúde da Família
“Com a Reforma Estatutária de 2018/2019, a Cassi assumiu o compromisso de ampliar a Estratégia Saúde da Família (ESF). E eles nunca apresentaram o relatório a respeito desse compromisso. Hoje foi dito que temos 240 mil famílias na ESF e que a meta colocada pelo presidente da Cassi é crescer 600 mil em apenas seis meses. Ou seja, o que eles não fizeram em cinco anos, querem fazer em seis meses?”, conclui o coordenador da CEBB, arrematando que, em 2018, a Accenture, empresa de consultoria contratada pela própria Cassi, já recomendava a ampliação do modelo que melhora resultados de saúde, otimizando custos.
Fonte: Contraf - CUT
https://contrafcut.com.br/noticias/cassi-diretoria-convoca-reuniao-com-entidades-para-admitir-rombo-de-r-366-milhoes/
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
Você sabia? Bancário(a) estudante tem direito à falta abonada em dia de prova
Bancárias e Bancários que sejam estudantes têm direito ao abono de falta ao serviço e que a mesma seja considerada como dia de trabalho efetivo, para todos os efeitos legais, em determinadas condições.
As condicções que permitem o abono de falta ao serviço são:
- Nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior;
- Nos dias de prova escolar obrigatória, mediante aviso prévio de 48 (quarenta e oito) horas, desde que comprovada sua realização em dia e hora incompatíveis com a presença do empregado ao serviço. A comprovação da prova escolar obrigatória deverá ser efetuada por meio de declaração escrita do estabelecimento de ensino.
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Trabalhadores do Itaú conquistam anistia total das horas negativas
Banco de horas negativas foi negociado para garantir os direitos dos trabalhadores que foram afastados ou colocados em regime de rodízio nas agências, por conta da pandemia.
Os trabalhadores que não conseguiram compensar as horas negativas até esta segunda-feira (31), terão o banco de horas anistiado completamente. A conquista foi negociada entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco, em reunião realizada na última sexta-feira (28). ENQUANTO ISSO, O ISOLADO SEEBMA NÃO FEZ NADA.
O acordo de banco de horas negativas foi negociado para garantir os direitos dos trabalhadores que foram afastados ou colocados em regime de rodízio nas agências, por conta da pandemia de coronavírus.
O acordo de compensação das horas negativas, assinado em fevereiro de 2021, previa que os bancários teriam um período de 18 meses, a partir do mês de março seguinte, com o limite de duas horas por dia, para compensar as horas que faltavam. Este acordo seria revisado a cada três meses, podendo ser prorrogado em mais seis meses, caso os trabalhadores não conseguissem zerar a dívida de horas.
Para Jair Alves, coordenador da COE, foi um ótimo caminho para solucionar um problema tão grande e inesperado. “Este encerramento mostra como este acordo decisivo foi acertado, ao ser negociado num momento muito difícil para a classe trabalhadora e para todo o mundo.”
Todos os membros do COE salientaram como a boa relação que construíram com o departamento do banco foi positiva para os trabalhadores. “Ainda temos muitos pontos pela frente para negociar, como o parcelamento de dívidas, PCR e teletrabalho”, concluiu Jair.
quarta-feira, 26 de outubro de 2022
Funcionários do BB temem privatização
Em quatro anos, banco público encerrou 1.500 agências e dispensou mais de 10.500 funcionários
A atual Caref, Débora Fonseca, destaca também que o medo de privatização é um sentimento crescente entre os colegas, “porque são recorrentes as falas do ministro da Economia colocando o BB na pauta de privatizações”, por isso, a eleição presidencial passa a ter uma importância especial. “Precisamos avaliar qual candidato se compromete não só com a manutenção do banco, mas também com sua utilização como mecanismo de recuperação econômica”, pondera.
Desmonte silencioso
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
Banco do Brasil explora funcionários com metas abusivas, denuncia sindicato
O sindicato de SP aponta que tem recebido inúmeras denúncias de descomissionamentos de funcionários do Banco do Brasil nos últimos meses.
O Banco do Brasil explora funcionários com metas abusivas, de acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, que tem recebido inúmeras denúncias de descomissionamentos nos últimos meses. O problema é um dos vários apontados pela entidade como parte da reestruturação do BB.
Durante a pandemia da Covid-19, o banco não teve permissão para descomissionar funcionários. Agora, com o fim da emergência de saúde pública, a situação já não é mais a mesma. Além dos descomissionamentos, o sindicato afirma que tem observado a dificuldade de locomoção dos trabalhadores, perda de salário, dentre outras retiradas de direitos.
Dirigente diz que é importante que o Banco do Brasil reveja sua política de metas
De acordo com o sindicato, já é de conhecimento que há muitos bancários com mais de três avaliações negativas após o fim da emergência em saúde pública provocada pela pandemia. O problema, por sua vez, mora no aumento das metas, classificadas como abusivas, e no formato de gestão adotada pela vice-presidência de Negócios de Varejo do BB.
Segundo avalia Ana Beatriz Garbelini, bancária do BB e dirigente do sindicato em São Paulo, Osasco e região, a instituição vem trabalhando com uma política de metas abusivas, que aumentam significativamente a cada seis meses, enquanto a carteira de clientes não sofre o mesmo crescimento.
A dirigente aponta ainda que “não basta que o gerente cumpra 100%, muitas vezes para ter o reconhecimento adequado é necessário cumprir acima do orçado”. Ana diz que é importante que o BB reveja sua política de metas e, segundo ela, pare de descomissionar funcionários como “ferramenta de gestão e assédio”.
Entenda o que é o descomissionamento apontado pelo sindicato como medida adotada pelo Banco do Brasil
Antes de tudo, é importante destacar que o descomissionamento está ligado a perda da função gratificada (ou gratificação por função). Esta, por sua vez, é basicamente um valor acrescentado ao salário do funcionário que exerce atividades com maior responsabilidade em uma organização, como é o caso de chefes, diretores, entre outros.
Ao ser contemplado pela função gratificada, o colaborador passa a receber um abono para cumprir funções determinadas. O acréscimo, no entanto, não ocorre de maneira eventual, e difere da passada ao profissional que ganha um comissão de acordo com suas vendas ou desempenho. Na função gratificada o valor é permanente.
O descomissionamento é a perda desse benefício e ocorre quando a organização toma a decisão de retirar o trabalhador da função especial. Dessa forma, ele retorna para o seu cargo de origem e sofre uma redução de salário. Ou seja, ele é rebaixado e não recebe mais a mesma remuneração que recebia anteriormente.
Empresa precisa ter motivo justo para retirar a gratificação do colaborador
O Tribunal Superior do Trabalho (TST), em sua súmula 372, estabelece que “percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o empregador, sem justo motivo, revertê-lo ao seu cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratificação, tendo em vista o princípio da estabilidade financeira”.
Dessa forma, tanto o descomissionamento e perda de função gratificada somente podem ocorrer quando houver um motivo justo por parte da empresa. A justificativa para o rebaixamento de cargo e retirada do beneficiário não pode ser simplesmente uma decisão da gestão. Isso porque essas mudanças afetam a estabilidade financeira do trabalhador.
Nota oficial do Banco do Brasil sobre o caso
"O Banco do Brasil atua com objetivos estratégicos e negociais factíveis e que posicionam o BB entre as maiores instituições financeiras da América Latina, com lugar de destaque nos seus segmentos de atuação pela confiança e solidez de que é referência. Portanto, o Banco do Brasil não compactua com assédio moral e metas abusivas. A atuação com dedicação, por parte de nossos funcionários, posiciona o BB como um dos principais agentes do desenvolvimento econômico e social do País. Cabe destacar, por exemplo, que neste mês o BB foi a única instituição financeira brasileira a figurar em ranking da Forbes como um dos melhores empregadores do mundo: World’s Best Employers 2022. É a terceira vez que estamos neste ranking, como reconhecimento do sucesso da nossa estratégia como uma empresa que acaba de completar 214 anos e consegue manter as melhores práticas de mercado. A listagem é feita com base em pesquisas independentes administradas globalmente, cobrindo uma vasta amostra de mais de 150 mil trabalhadores de 800 empresas de 57 países."
Fonte:
https://seucreditodigital.com.br/banco-do-brasil-explora-funcionarios-com-metas-abusivas-denuncia-sindicato/
terça-feira, 18 de outubro de 2022
Horário de Expediente ao Público nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo de Futebol de 2022
No dia 06 de outubro de 2022, durante reunião da Diretoria Executiva da FEBRABAN, considerando a segurança das agências e de transporte de valores e em observância ao contido no inciso II do §1º do art. 2º da Resolução nº 4.880, de 23 de dezembro de 2020, foi deliberado que seja recomendada a observação dos seguintes horários de funcionamento das agências bancárias nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol durante da Copa do Mundo de 2022:
> Para os jogos da Seleção às 12h:
- Estados com horário igual ao horário de Brasília: das 9h00 às 11h00 e das 15h30 às 16h30;
- Estados com diferença de 01h em relação ao horário de Brasília: das 8h00 às 10h00 e das 14h30 às 15h30;
- Estados com diferença de 02h em relação ao horário de Brasília: das 7h00 às 9h00 e das 13h30 às 14h30;
- Agências em Fernando de Noronha - 01h antes do horário de Brasília: das 8h00 às 12h00.
> Para os jogos da Seleção às 13h:
- Estados com horário igual ao horário de Brasília: das 8h30 às 11h30;
- Estados com diferença de 01h em relação ao horário de Brasília: das 7h30 às 10h30;
- Estados com diferença de 02h em relação ao horário de Brasília: das 7h00 às 9h30.
> Para os jogos da Seleção às 16h:
- Estados com horário igual ao horário de Brasília: das 9h00 às 14h00
- Estados com diferença de 01h00 em relação ao horário de Brasília: das 8h00 às 13h00
- Estados com diferença de 02h00o em relação ao horário de Brasília: das 7h00 às 12h00
A FEBRABAN informa, também, que, conforme previsto no Artigo 5º, da Resolução nº 4.880/20, do Conselho Monetário Nacional, os bancos deverão, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, afixar em suas dependências aviso sobre o horário de atendimento nos dias de jogos.
Clique aqui para ver o Comunicado FB097-2022.
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