sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Caixa lança novo PDV para desligar mais de 7 mil empregados


 

A direção da Caixa lançou, hoje sexta-feira (6/11), novo PDV com objetivo de desligar 7.294 trabalhadores. O banco público já sofre com falta de pessoal

A Caixa acaba de soltar um novo Programa de Desligamento Voluntário (PDV) com objetivo de desligar até 7.294 empregados. Isto é mais um passo rumo à privatização. O banco é um dos recordistas em PDVs impostos durante anos. A Caixa está sem número suficiente de bancários, que já acumulavam serviços antes da pandemia. Agora, a situação está muito pior e o governo solta mais este PDV, hoje dia 6 de novembro de 2020. Na verdade segue o mesmo rumo dos bancos privados que estão demitindo em massa.

 

A Caixa oferece 9,5 remunerações base no limite de 470 mil reais e plano de saúde por 24 meses. As adesões acontecem entre 9 e 20 de novembro. Os desligamentos entre 23/11 a 31/12/2020.

 

Podem aderir ao Programa os empregados que atenderem pelo menos um dos seguintes pré-requisitos:

 

a. Aposentados pelo Órgão Oficial de Previdência Social (INSS) com data de início do benefício (DIB) anterior a 13 NOV 2019 (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na CAIXA), exceto aposentadoria por invalidez;


Clique aqui: Diretoria do SEEB/MA abandonam bancários e só se preocupam com política e PSTU 

 

b. Aptos a se aposentarem pelo INSS até 31 DEZ 2020 e que não tenham requerido a aposentadoria pelo INSS até a data de publicação desta CI (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na CAIXA), exceto aposentadoria por invalidez;

 

c. Com adicional de incorporação de função de confiança/cargo em comissão/função gratificada até a data de adesão (sem exigência de tempo mínimo de efetivo exercício na CAIXA);

 

d. Com no mínimo 15 anos de efetivo exercício de trabalho na CAIXA, no contrato de trabalho vigente, até a data de desligamento.

 

Não poderão aderir ao PDV, em razão da publicação da Emenda Constitucional 103/19, que alterou o sistema de previdência social brasileiro, os empregados que:

 

a. Estiverem aptos a se aposentar e que tenham requerido o benefício de aposentadoria ao INSS a partir de 13 NOV 2019 e antes da data de publicação desta CI;

 

b. Estiverem aposentados pelo INSS com data de início do benefício (DIB) a partir de 13 NOV 2019;

 

c. Empregados com 75 anos ou mais até 31 DEZ 2020





quinta-feira, 5 de novembro de 2020

BB expõe ainda mais os funcionários e acelera segunda onda da covid-19




Exatamente na semana em que as estatísticas mostram a volta do aumento da transmissão do novo coronavírus no país, a diretoria do Banco do Brasil anunciou, repentinamente, a ampliação do horário de atendimento nas agências, que era de 10 às 14 horas, passando para de 9 às 15 horas. O comunicado sobre a alteração foi feito em cima da hora, na sexta-feira última, para entrar em vigor nesta terça-feira, após o feriado.

A diretora do Sindicato e membro da Comissão de Empresa dos Funcionários, Rita Mota, criticou a mudança, que expõe ainda mais ao contágio em função da permanência por um tempo maior no trabalho, e também do transporte coletivo mais cheio. Lembrou que o momento não poderia ser pior para a extensão. A modificação reflete a recusa do governo Bolsonaro em reconhecer a gravidade da doença, colocando em risco a vida da população.

Segundo dados divulgados pelo Imperial College de Londres, que acompanha a pandemia no mundo todo, após cinco semana abaixo de 1 ponto a taxa de transmissão do covid-19 (Sars-CoV2), voltou a subir. O relatório mostra que o índice agora está em 1,01. Os dados levam em conta a média das estimativas de mortes na comparação das duas semanas.

Extensão agrava o contágio

Pelas estatísticas, essa taxa pode ser maior (até Rt = 1,09) ou menor (até Rt = 0,92). Simbolizando o potencial de propagação de um vírus: quando ele é superior a 1, cada infectado transmite a doença para mais de uma pessoa e a doença avança. É o que está acontecendo exatamente agora, quando o BB impõe a permanência maior de contato com o público, o que só agrava o risco de contaminação.


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Rita lembrou que o Brasil tem mais de 160 mil mortes desde o início da pandemia, E que este número é o segundo maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O total de casos de Covid-19 no Brasil já passa de 5,5 milhões.

Sobrecarga e outras doenças

A Comissão de Empresa dos Funcionários está analisando a medida junto com o Comando Nacional dos Bancários para decidir que providências tomar. A dirigente enfatizou a necessidade da diretoria do BB repensar a mudança de horário. “Tem que pesar nesta avaliação, além do maior risco de contágio da covid-19, a ocorrência de outras doenças que podem surgir em função do aumento da sobrecarga de trabalho a que estão submetidos os funcionários, em menor número nas agências, e que agora passaram a ter que atender mais clientes ainda”, alertou.

Criticou, também, a forma atropelada e desrespeitosa como a medida foi imposta, sem diálogo com os sindicatos e a Contraf-CUT, apesar de se tratar de uma mudança que pode ter efeitos graves para a saúde e a vida dos funcionários. “Vamos procurar o banco e cobrar a reversão. A extensão pegou de surpresa, ainda, os funcionários que só foram informados na sexta-feira, do aumento da carga horária. Foi tudo feito de forma açodada, acabando por ir contra o fato de que este é o pior momento para uma medida como esta”, afirmou Rita Mota.

BB nega relação meta-teletrabalho

O Banco do Brasil não está orientando os gestores a tirar do teletrabalho os funcionários que não baterem metas de venda de produtos. A informação foi dada por representantes da Gestão de Pessoas (Gepes), Superintendência Rio e Plataforma de Serviços Operacionais (PSO), na quinta-feira, em reunião com sindicatos, entre eles, o da cidade do Rio de Janeiro (SeebRio).

A ameaça vinha sendo feita por determinados gestores a funcionários que trabalham à distância, inclusive de retirá-los deste sistema e colocá-los de férias ou no esquema de contagem de horas negativas a serem cobradas posteriormente. “O banco foi bem explícito ao negar esta prática que, no nosso entender, consiste em assédio moral coletivo. Além de ser cruel por ser imposta em plena pandemia não tem nenhuma relação com metas. O teletrabalho é, isto sim, uma forma preventiva de preservação da saúde e da vida, fazendo parte dos protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS), seguidos à risca em todo o mundo”, frisou Rita Mota.

Segundo o banco, a única solicitação foi para que escriturários fizessem contato com clientes, mas não para a venda de produtos. Ou seja, sem ter relação com metas.


Seeb Rio


terça-feira, 3 de novembro de 2020

Dois casos de COVID-19 foram confirmados em duas agências do BB em São Luís



 Foi confirmado  dois  caso de COVID-19 entre os funcionários do BB  na capital. O fato ocorreu  nas agências empresa da Cohama e a outra na Agência Tirirical. Os mesmos foram afastados do ambiente de trabalho e as agências estão passando por uma higienização.

Funcionários reclamam que muitas agências do BB, não vem cumprindo o protocolo de contingenciamento de pessoas, que os mesmos  estão atendendo todo tipo de atendimento não essencial. A superlotação no ambiente de  atendimento,  está expondo os funcionários e os clientes ao COVID-19, deixando-os vulneráveis ao vírus.

A Oposição Bancária do Maranhão, cobra do Sindicato mais atuação na fiscalização do ambiente de atendimento das agências bancárias, pois, tal omissão, tem contribuído para que os bancos afrouxem as medidas de segurança para  o COVID-19. 


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segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Economia digital: Para 'não falir' Bradesco anuncia fechamento de 1.100 agências até o final do ano



De COINTELEGRAPH

Ou se adapta ao digital ou fecha: Bradesco anuncia financeira que prevê fechamento de mais de 1 mil agências até o final do ano


 Na busca de uma reestruturação de despesas o Bradesco, um dos principais bancos do Brasil, anunciou o fechamento de 1.100 agências até o final do ano.

O anúncio foi feito pelo presidente da instituição, Octavio de Lazari, que pretende, com o corte, economizar cerca de R$ 879 milhões.


Até outubro, segundo o Bradesco, 683 agências já tinham sido fechadas ou incorporadas em outras unidades de negócios.

"Muitas agências ainda serão transformadas em unidades de negócio, que têm um custo de 30% a 40% menor [do que as agências], por não contarem com gastos como de vigilante e carro forte, por exemplo, e que são de 20% a 30% mais eficientes, já que todos os funcionários estão dedicados a fazer negócio”, afirmou Lazari.

Lucro em queda

O movimento do Bradesco de readequação de gastos para 'não falir' faz parte de uma reestruturação financeira que vem sendo demanda pela economia digital e pela queda no lucro da do banco.

Recentemente, o Bradesco divulgou que seu lucro recuou mais de 30% em 2020.


Clique aqui: Diretoria do SEEB/MA abandonam bancários e só se preocupam com política e PSTU 


De janeiro a setembro o Bradesco acumula ganhos de R$ 12,7 bilhões, queda de 34,2% ante igual período do ano passado.

Porém este não foi um resultado "negativo" isolado já que a instituição financeira já vinha declarando, em pelo menos outras duas vezes consecutivas, uma queda em seus resultados

“Apesar de termos reduzido nossas despesas nos nove meses deste ano em relação a igual período de 2019, elas ainda estão muito elevadas. Precisamos ajustar a nossa corporação para uma estrutura de gastos adequada. Vamos cortar o mato alto até o final deste ano para, em 2021, começarmos a ganhar eficiências mais específicas de custos em cada área e setor”, afirmou o presidente do Bradesco.

Pix, Bitcoin e Economia Digital

Parte da proposta do Bradesco em reduzir custos e despesas está ligada ao aumento da competitividade no setor motivada pelo surgimento de 'alternativas' aos bancos, como Bitcoin e criptomoedas e também ao movimento de digitalização da economia com o "boom" das fintechs e bancos digitais.

Além disso, na medida que os principais projetos de estímulo a competitividade e a digitalização do dinheiro, desenvolvidos pelo Banco Central do Brasil, Pix e Open Banking, começam a se tornar realidade a necessidade do Bradesco de "repensar" sua atuação fica cada vez mais latente.

Dados recentes do Banco Central mostram que o Bradesco vem perdendo clientes ao longo dos últimos anos e a concentração de clientes nos cinco maiores bancos do país, Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa, estaria abaixo de 60%.

Mas não é só o cliente "de varejo" que o Bradesco vem perdendo, mas também investidores que vêm optando por plataformas independentes como XP, entre outras, ao contrário dos bancos tradicionais.


O mesmo vem ocorrendo com as "baleias" do mercado tradicional. 

Denominados no mercado como os "private banking" os milionários também estão deixando os bancos nacionais e optando por fintechs ou bancos digitais.

Neste segmento a fatia dos Top 5 do Brasil, no qual o Bradesco faz parte, caiu para 70%.

“Até agora, quase 4.000 pessoas saíram do banco, mas essa redução é praticamente natural. Normalmente temos um turnover [rotatividade de pessoal] médio anual de 7%, o que equivale a quase 7.000 pessoas. O que estamos fazendo é buscar eficiência com custos mais adequados”, disse o presidente do Bradesco.

Corta o 'físico' e investe no digital

Porém se por um lado o Bradesco vem fechando agências seus investimentos em tecnologia vem aumentando.

No ano passado por exemplo o Bradesco anunciou, via seu braço de investimentos, o Inovabra Ventures, R$ 400 milhões em recursos do próprio banco para o incentivo de startups e soluções digitais para o sistema financeiro.

Entre as empresas que já receberam investimentos está a empresa de softwares de blockchain R3, além da Semantix, que trabalha com big data, MarketUP, de softwares de gestão, Agrosmart, que possui uma plataforma de automação e monitoramento agrícola, entre outras.


Recentemente o diretor de Canais Digitais e Experiência do Cliente do Bradesco, Marcelo Frontini, afirmou que os bancos têm se preparado cada vez mais para o Open Banking e para a nova "economia dos dados".

Segundo ele, no Bradesco, 97% das transações já são realizadas em canais digitais, mas a pandemia acelerou a digitalização de operações mais complexas, que precisam do apoio dos colaboradores do banco.

Agora, ele acredita, um dos principais desafios do setor é a implementação de novos modelos e certificação digital para dar mais garantias aos clientes

sábado, 31 de outubro de 2020

Caixa quer demitir empregados aposentados com base na reforma da Previdência de Bolsonaro



Olyntho Contente

Imprensa SeebRio

A diretoria da Caixa Econômica Federal divulgou documento anunciando o rompimento compulsório do contrato de trabalho dos empregados que se aposentaram após a promulgação da reforma da Previdência de Bolsonaro (13/11/2019) e daqueles que atingirem 75 anos de idade. “A partir desta segunda-feira 26, (serão colocadas em prática as) medidas de cumprimento a Emenda Constitucional (EC) 103 (reforma da Previdência), que trouxe alterações no sistema de previdência social no brasil, novo regramento para a percepção de benefícios previdenciários pelos trabalhadores, inclusive para servidores e empregados públicos e privados”, diz o comunicado.

O documento cita como principais impactos entre as mudanças impostas pela emenda constitucional do governo Bolsonaro, relacionadas a estatais, como a Caixa, ‘a previsão de rompimento de vínculo empregatício quando da aposentadoria com utilização de tempo de contribuição com a Caixa, aplicável às aposentadorias concedidas após a EC 103 e, ainda, a aposentadoria compulsória aos 75 anos no emprego público, observando tempo mínimo de contribuição”, acrescenta o informe. 


Veja também: Diretoria do SEEB/MA abandonam bancários e só se preocupam com política e PSTU 


O vice-presidente do Sindicato, Paulo Matileti, frisou que não apenas os empregados da CEF, mas todos os trabalhadores, estão sofrendo os impactos nocivos da reforma previdenciária importa por Bolsonaro e Paulo Guedes. “Só um governo perverso como este seria capaz de retirar tantos direitos como fez com esta emenda constitucional. No caso dos empregados da Caixa e de outras estatais que se aposentaram após a aprovação, terão cassado o seu contrato de trabalho, perdendo salários e outros direitos, sofrendo com isso, dificuldades gigantescas na sua vida e na de sua família”, afirmou.

Consequências para a população

Segundo Matileti, toda a população será atingida. “As demissões provocarão a queda ainda maior na qualidade do serviço prestado, principalmente num banco social como a Caixa”, argumentou. Acrescentou que o Sindicato já tinha alertado que a reforma teria entre outras, consequência específicas para o setor público e que os empregados da Caixa teriam o contrato rompido quando se aposentassem.

Uma questão ainda sob análise é o caso dos que já tinham direito, mas não requereram a aposentadoria. A hipótese mais provável é que, estes, ao se aposentarem, não serão submetidos ao rompimento do contrato de trabalho por conta do direito adquirido. 

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

Diretoria do SEEB/MA abandonam bancários e só se preocupam com política e PSTU




 Já é notório, sabido e conhecido pela categoria que a atual Diretoria do Sindicato dos Bancários  do Maranhão é acometida de um nível de desqualificação, desconhecimento e alienação e inoperância diante das necessidades dos bancários. Não é a toa que já vão completando longos 20(vinte) anos na Direção do SEEB-MA, óbvio que o fenômeno diante de tanto tempo na inercia e zona de conforto é a inoperância, a perda de foco diante das necessidade e luta dos bancários

Vimos que a prioridade destes sindicalistas são mais partidários do que qualquer outra coisa. Posts e mais posts, movimentos, atuação somente no campo partidário, e pior, no campo partidário dos ultra radicais do PSTU, aquele partido que odeia toda a esquerda e odeia os partidos que defendem os trabalhadores, enquanto isso o Sindicato dos Bancários do Maranhao às moscas, sem debate, sem discussão, sem formacao, os bancários sem defesa diante dos avanços e ataques das elites aos trabalhadores. 

Essa Diretoria deveria dar acesso à prestação de Contas do Sindicato, deveria atuar na defesa e nos interesses dos bancários, ou melhor, deveriam voltar a trabalhar. Trabalhar no banco.

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Sindicato do Maranhão, não devolve nem a metade da taxa negocial aos bancários






Os diretores do SEEB/MA, de forma ardilosa, usam um discurso falso moralista, com intuito de ludibriar os bancários. Ultimamente, os mesmos vem usando Fake News a fim de permanecerem no poder a todo custo. Agora andam apregoando nos quatros cantos, que o Comando Nacional se vendeu para FENABAN, em troca da taxa negocial. e que devolveriam a mesma, apenas por via requerimento.


Ao analisarmos a prestação de contas do sindicato, no demonstrativo contábil de 2019, clique aqui pra ver , também do ano de 2018, clique aqui pra ver, os mesmos arrecadaram em taxa negocial nesses últimos dois anos, cerca de 976.132,15, quase um milhão de reais, sendo que, desse valor só devolveram apenas 408.280,26, deixando assim de devolver para os bancários a cifra de 567.852,00.


 A oposição Bancária do Maranhão, pede explicação para o sindicato, a razão da não devolução da totalidade arrecadado do contracheque dos bancários, já que são contra o desconto, e a razão de  colocarem tanta burocracia para devolução. Pede explicação também, o porquê negaram acesso as contas, por meio de requerimento pela Oposição, já que o acesso as contas é garantido a todos, de acordo com o estatuto.


 Há relatos de bancários que já pediram a devolução e não receberam, só devolvem se pedir por via requerimento. Se discordam da taxa negocial, por qual razão não solicitaram a exclusão dessa cláusula do acordo no momento da assinatura?


Desmistificando a taxa negocial


A taxa negocial, foi instituída em conferências estaduais e na conferência Nacional, de forma legal e aprovada em assembleia pelos bancários, por mais 90% dos sindicatos dos bancários do Brasil.


 A taxa negocial é uma contribuição voluntária, sujeita a devolução (todos os sindicatos fazem essa devolução) incide apenas 1,5% sobre o salário, com mínimo de R$ 50 e máximo de R$ 250, e 1,5% da PLR, com teto de R$ 210. Diferentemente do imposto sindical, que antes da reforma trabalhista, descontava 3% do salário do trabalhador, de forma impositiva, não sujeito a devolução.


Com a reforma trabalhista, o imposto sindical obrigatório foi extinto, deixando muitos sindicatos fragilizados financeiramente. Os sindicatos estrategicamente de forma legal, criaram a taxa negocial, a fim de fortalecer as finanças.


O próprio SEEB/MA, está se beneficiando com taxa negocial, basta ver nos relatórios financeiros, usam esse discurso, apenas para ser do contra, para fazer média com a categoria.

Contraf-CUT realiza Conferência Livre dentro da 5ª Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede da Contraf-CUT, e virtual por meio da plataforma Zoom A Confed...