sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Saiba tudo sobre a liminar contra a reestruturação do Banco do Brasil

 


conversar sobre o plano de reestruturação lançado pelo Banco do Brasil em janeiro desse ano? Estão previstas 5.000 demissões, o fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios do banco, com alteração unilateral no contrato de trabalho dos bancários, extinção de cargos, funções e descomissionamentos.

Veja também: Em maio de 2021, haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrições pra pré-candidatos


Quais os impactos imediatos, a médio e longo prazos dessas medidas? Quais as ações administrativas e judiciais foram tomadas? O que cada bancário e cada sindicato tem que fazer?

Fique por dentro deste assunto e saiba quais são os possíveis desdobramentos das ações judiciais em andamento! Participe do bate papo, envie perguntas e tire suas dúvidas!

O bate-papo será na segunda-feira (1º/3), a partir das 18h, com transmissão ao vivo pelo Youtube Facebook da Contraf-CUT e também pela página do Crivelli Advogados no Facebook. Para passar as informações e esclarecer as dúvidas da categoria, foram convidados o coordenador da Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, o diretor Jurídico do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ernesto Izumi, e os advogados Renata Cabral, assessora jurídica da Contraf-CUT, e Marco Aurélio dos Anjos, ambos sócios do Crivelli Advogados.

Bate-papo sobre liminar contra a reestruturação do BB

Segunda-feira, 1º de março
A partir das 18h
Nas páginas da Contraf-CUT no Youtube e Facebook e do Crivelli Advogados

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Em maio de 2021, haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrições pra pré-candidatos.

 





Convidamos todos os bancários do Maranhão, para que possam participar do processo eleitoral que ocorrerá em maio de 2021, para disputa da diretoria do SEEB/MA.

 Qualquer bancário  pode se candidatar e formar uma chapa, desde que tenha se filiado até o dia 31 de janeiro do ano que houver eleições e esteja em pleno gozo dos direitos sociais conferidos pelo Estatuto.

Em março deste ano, será escolhida a comissão eleitoral que coordenará a eleição, serão três candidatos escolhido nessa assembleia. Será eleito um presidente e um secretário entre seus membros.

A diretoria do SEEB/MA, é composta por 48 (quarenta e oito) diretores eleitos pelo voto direto e secreto, com mandato de 3 (três) anos, composto por 11 (onze) diretores executivos, com igual número de suplentes e 15 (quinze) diretores regionais, com 11 (onze) suplentes. 

As diretorias estão compreendidas na Capital, Imperatriz, Bacabal, Caxias, Balsas, Presidente Dutra, Pedreiras, Codó, Chapadinha, Santa Inês, Pinheiro e São João dos Patos.

A direção do sindicato precisa mudar! A diretoria atual só trabalha nos últimos seis meses que antecede a eleição, percebemos que suas atividades se intensificaram nos últimos dias, inclusive nas redes sociais, apenas com fins eleitorais. 

O grupo da direção atual, já permanece há 20 (vinte anos), os anseios dos bancários maranhenses tem ficado em segundo plano nos últimos anos. 

 Quem tiver interesse em se  inscrever na chapa, basta fazer um pré-cadastro no link abaixo, que logo entraremos em contato com o candidato, seu cadastro passará por uma análise. 

Faça sua inscrição aqui👉 INSCRIÇÂO

Ou entre em contato pelo número/WhatsApp: 98124-2827, falar com Marcos Vandaí





quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Liminar obtida pela Contraf-CUT impede Banco do Brasil de extinguir função de caixa

 


A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) obteve liminar que impede que o Banco do Brasil extinga a função de caixa e deixe de pagar a gratificação aos escriturários que a recebem para trabalhar como caixa.


“É uma vitória importante! A retirada da gratificação reduziria significativamente os rendimentos dos funcionários, que são escriturários e recebem o valor adicional para exercerem a função de caixa. Não é justo que o banco deixe de pagar esses valores”, destacou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira.

Veja também: BB derruba liminar do SEEB/MA, em que suspendia o fechamento de agências 


“O banco promoveu a mudança sem sequer comunicar aos funcionários, nem sua representação sindical. Quando soubemos, tentamos negociar, inclusive com a mediação do Ministério Público (do Trabalho), e somente buscamos a Justiça após o banco se negar a atender qualquer das reivindicações dos trabalhadores”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“O banco não poderia ter feito o que fez. Como qualquer empresa e qualquer cidadão, precisa seguir as normas regulamentadas. E a decisão que obtivemos hoje mostra exatamente isso”, explicou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados.

Decisão

Em sua decisão, o juiz Antonio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília, destaca que a eliminação da gratificação mensal de caixa executivo já no mês em curso (fevereiro/2021) para todos que exerciam tal função causará uma “redução impactante sobre suas rendas”. O magistrado diz ainda que “tanto a norma interna, quanto a norma coletiva, desautorizam a súbita e nociva alteração contratual maciça promovida pelo reclamado” (o Banco do Brasil).

O juiz ainda observa que, “a forte automação bancária e os interesses do capital não devem ser as únicas variáveis a serem consideradas quando se cogita de uma reorganização empresarial. Afinal, convivem, no mesmo nível da planície constitucional, o valor social da iniciativa privada e empresarial pública e o valor social do trabalho. Neste contexto, as soluções engendradas para ganhos de eficiência não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários. Muito menos menosprezar direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas.”

Incorporação ao salário

“O juiz é claro, ao explicar que a gratificação não pode ser retirada dos funcionários que a recebiam no momento da mudança feita pelo banco e que deve ser incorporada ao salário daqueles que a recebem a mais de 10 anos”, ressaltou Renata.

“Efetivamente, nos termos da Súmula 51/I/TST, a alteração ou revogação de norma regulamentar empresarial prejudicial somente é válida em relação aos empregados admitidos a partir de tal ato prejudicial, não podendo afetar a situação jurídica dos empregados já em atividade por terem incorporado ao seu patrimônio tal direito ou vantagem (CLT, art. 468). A transformação da função efetiva em mera atribuição interina suprime o direito ao exercício da função de caixa com a remuneração mensal plena”, diz o texto da decisão, que destaca ainda que “além de tais aspectos, a gratificação de caixa não poderá ser revertida de empregados que, ao tempo da alteração, já somavam dez anos ou mais de exercício ininterrupto em atividades gratificadas (Súmula 372/TST), não afetando tal situação o advento do § 2º do art. 468 da CLT, somente influente para aqueles bancários admitidos a partir de sua vigência (10/11/2017) como sinaliza com propriedade, analogicamente, a Súmula 191/TST.”

Acordo Coletivo

O juiz destaca, também, que “os termos da norma coletiva vigente até 31/8/2022 inibem a extinção súbita e inegociada da função de caixa executivo e a consequente pulverização da respectiva gratificação em paga diária precarizante.”

“A figura do ‘caixa executivo intermitente’ é muito prejudicial. O funcionário passa a ser conduzido à função de caixa segundo a vontade de sua chefia e é pago como caixa apenas pelo dia/período que exercer a função. Mas, o problema disso é que ele nunca vai saber quanto será efetivamente sua remuneração ao final do mês. Como poderá controlar suas contas?”, questiona o coordenador da CEBB, lembrando ainda que, de qualquer forma haverá perda salarial, uma vez que, no máximo, ele receberá pelos 22 dias, em média trabalhados no mês.

“A paga diária, evidentemente, será possível apenas para os casos de emergência da necessidade de reforço do time de caixas executivos em determinado dia ou período de maior demanda de serviços, mas não pode substituir a paga mensal contemplada no normativo interno e na norma coletiva”, conclui o magistrado em sua decisão.

Fonte: Contraf/CUT

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Deputado quer incluir BB no pacote de privatizações do governo



O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) apresentou na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (17), um Projeto de Lei (PL 461/2021) que altera a Lei 9.491 de 1997 e inclui o Banco do Brasil no Programa Nacional de Desestatização.

“Kataguiri é e sempre foi um instrumento da política privatista dentro do Congresso Nacional e fora dele. Um simples executor e apoiador dos projetos nefastos do governo Bolsonaro e do (ministro da Economia) Paulo Guedes. Um serviçal do mercado. O deputado justifica o projeto alegando que é muito ‘simples’ privatizar o Banco do Brasil, desconhecendo totalmente sua função pública e os lucros astronômicos produzidos por seus funcionários, que refletem em recursos para a União”, observou o secretário de Relações do Trabalho e responsável por acompanhar os projetos de interesse da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) no Congresso Nacional, Jeferson Meira, o Jefão.


Veja também: BB derruba liminar do SEEB/MA, em que suspendia o fechamento de agências 


O dirigente da Contraf-CUT observa, porém, que, mesmo se aprovada, a proposta de Kataguiri terá que ser alterada por uma Lei Complementar, que deve ter origem no Executivo.

“Mas, temos que lutar com todas as nossas forças para que o projeto do Kataguiri não seja aprovado. Pois sabemos dos interesses do governo Bolsonaro na privatização das empresas públicas, dentre elas o Banco do Brasil. Já sentimos na pele a privatização disfarçada que ele vem promovendo no banco, com reestruturações e a venda de subsidiárias altamente lucrativas e, sabemos, se o banco ainda não foi privatizado foi devido à resistência das entidades sindicais e do apelo popular contra a pauta de privatizações”, ressaltou o dirigente.

Caixa Econômica Federal

Apesar de em sua justificativa o deputado dizer que existem peculiaridades que dificultam a privatização da Caixa Econômica Federal, por ela fazer parte do sistema nacional de habitação e por controlar as loterias, Jefão diz que também existe risco para a Caixa.

“Na justificativa ele diz que existem ‘peculiaridades que dificultam a privatização da Caixa Econômica Federal’, mas no texto que dá à nova redação ao artigo 3º da Lei 9.491, de 1997, ele também exclui a Caixa dos dispositivos da lei que vedam participações acionárias na empresa. Ou seja, existem dificuldades, mas a colocação de ações da Caixa na Bolsa também não estará mais vedada”, observou.

Mostrar contrariedade

O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, também se mostrou contrário ao projeto. “Dizer que o Banco do Brasil pode ser privatizado por já ter ações na Bolsa é, no mínimo, falta de conhecimento da importância do banco para a economia do país. Mas, também pode ser que haja interesses diferentes do que o de desenvolvimento social e econômico do Brasil, o que contraria o dever que deveria ter um deputado federal”, criticou.

“Por isso, vamos alertar aos funcionários e também toda a sociedade quanto aos riscos que existem caso o projeto seja aprovado. Vamos instruir a todos que se manifeste contra a aprovação”, concluiu Fukunaga.

Quem quiser mostrar sua contrariedade ao projeto, além de participar de outras atividades propostas pelos sindicatos e entidades sociais que lutam contra a privatização do Banco do Brasil, também pode acessar o site e mostrar sua discordância na enquete promovida pela da Câmara dos Deputados.

Fonte: Contraf/CUT

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SINDICATO DE BRASÍLIA OBTÉM LIMINAR CONTRA A DESGRATIFICAÇÃO DOS CAIXAS DO BB




O Sindicato dos Bancários de Brasília obteve na última sexta-(12) uma liminar contra a desgratificação dos caixas do Banco do Brasil. Como se sabe, o banco está promovendo uma reestruturação que prevê o fim da função de caixa executivo, além do fechamento de 361 locais de trabalho e do desligamento de 5.533 funcionários.


Em seu site, a entidade conta que "no primeiro momento, a tutela de urgência foi negada pelo Juiz, invocando a regra introduzida pela Reforma Trabalhista, segundo a qual a gratificação recebida pelo empregado nunca se incorpora, independentemente do tempo de exercício da função".


VejaOmissão do SEEBMA causa revolta entre os bancários, em meio ao surto da pandemia do COVID-19.


Entretanto, "o Sindicato apresentou um pedido de reconsideração, que foi despachado pela Juíza Substituta Angélica Gomes Rezende, em exercício na 17ª Vara do Trabalho, que deferiu parcialmente a tutela, em favor dos caixas que contavam 10 anos na função em 11/11/2017".


Foi em 11 de novembro de 2017 que entrou em vigor a reforma trabalhista, "refletindo um entendimento no Tribunal Regional do Trabalho, de não permitir a aplicação retroativa da Reforma, ficando a salvo as situações consolidadas antes da sua vigência", lembra a entidade.


Ainda segundo o sindicato brasiliense, "a juíza determina que o Banco se abstenha de suprimir a gratificação, ou, caso já tenha havido a supressão, restabeleça no prazo de dez dias após a intimação, para os caixas que implementaram os 10 anos antes da data acima".


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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Cooperativas de crédito ampliam número de agências; bancos fazem o oposto



Enquanto os bancos tradicionais, sob o argumento de aceleração da digitalização e impactos da pandemia, reduzem o número de agências e de empregados, as cooperativas de crédito, cujos donos são os próprios associados (acionistas), seguem abrindo mais agências físicas, com atendimento personalizado, sem deixar de lado os avanços tecnológicos. Para este ano, a previsão é de abertura de dezenas de agências em Santa Catarina pelas centrais cooperativas Sicoob, Sicredi, Unicred e Viacredi, entre outras.

O Banco Central apoia o cooperativismo de crédito e deseja ver o mesmo respondendo por 20% do setor financeiro nacional. O último relatório do BC, de 2019, apurou que o setor contava com 9,4 milhões de pessoas físicas associadas e acréscimo de 300 mil associados por semestre. O movimento que envolve fechamento de agências por parte dos bancos tradicionais cresceu na pandemia. Após os bancos privados fecharem mais de mil agências em 2020, no começo deste ano o Banco do Brasil anunciou plano para fechar 361 agências e demitir mais de 5 mil trabalhadores. A medida ainda não foi executada porque sindicatos de bancários entraram na Justiça.


Veja também: BB derruba liminar do SEEB/MA, em que suspendia o fechamento de agências 


O Sicoob Central SC/RS, que tem a maior presença entre os municípios catarinenses, projeta para o Estado, este ano, 20 novas agências. Também abrirá 45 no Rio Grande do Sul e cinco no Paraná. O investimento na Região Sul será de R$ 30 milhões, informa o gerente de Negócios, Dangelo Dalla Rosa. O Sicoob está em 91% dos municípios catarinenses. O objetivo é oferecer atendimento de alto padrão aos associados.

Seguindo o propósito de atender bem seus donos, os associados, o Sicoob acaba de chegar ao terceiro lugar no ranking das instituições financeiras com maior número de agências no Brasil. O sistema tem, atualmente, 3.480 locais de atendimento.

O Sicredi desenvolve plano de investimento que prevê a abertura de 31 novas agências em Santa Catarina este ano. Desse total, 25 serão em municípios onde não está presente, informa o vice-presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste, Márcio Port. A central cooperativa conta atualmente com 154 agências em SC, baseadas em 134 municípios (45% do total). Para implantar as novas agências, serão investidos R$ 23 milhões e abertos 100 novos postos de trabalho.

Quem também segue investindo, com estratégia regional, e a Central Unicred SC/PR, que tem forte atuação com profissionais de saúde. Ela prevê a abertura de 10 novas agências este ano, nos dois estados.

A Viacredi, cooperativa do sistema Ailos do Vale do Itajaí, mas que atua também no Paraná, pretende abrir 14 novos postos de atendimento este ano. O plano é conquistar mais de 150 mil novos cooperados, o que significará um crescimento de 25%. O sistema cooperativo Ailos, que reúne diversas cooperativas, acaba de chegar à marca de 1 milhão de cooperados no país.

Fonte: NSC Total

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Funcionários do BB criam Grupo no Facebook para organizar ações conjuntas


 A mobilização contra o desmonte do Banco do Brasil e cortes nos direitos dos funcionários e funcionárias está ocorrendo em diversas esferas.

Além da luta sindical, que abrange paralisações, atividades nas redes sociais, negociações, intermediação do MPT (Ministério Público do Trabalho) e ações judiciais, também estão ocorrendo ações que partem dos próprios funcionários, como a criação do Grupo “semcaixasnãohábanco”, criado no Facebook, com o propósito de ampliar as discussões e organizar ações sincronizadas.


A primeira proposta é sensibilizar os colegas a não aceitarem a comissão de caixa de forma eventual. “Com a extinção pelo banco da comissão de caixa efetivo, se nenhum funcionário ou funcionária aceitar a comissão de caixa de forma eventual ninguém poderá manusear dinheiro nas agências, que é o principal produto do banco”, informa a descrição do Grupo no Facebook. 


Veja também: BB derruba liminar do SEEB/MA, em que suspendia o fechamento de agências 


Esta atitude não configurará greve, indisciplina ou insubordinação, conforme estabelece o artigo 468 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho): "Nos contratos individuais de trabalho só é lícita a alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, e ainda assim desde que não resultem, direta ou indiretamente, prejuízos ao empregado, sob pena de nulidade da cláusula infringente desta garantia"


Segundo o diretor do Sindicato de Londrina, Laurito Porto de Lira Filho, esta iniciativa é válida e vem a se somar às demais ações que estão sendo realizadas desde o anúncio da reestruturação no Banco do Brasil na defesa do seu papel social e dos direitos dos seus funcionários.


“O Sindicato orienta a todos o engajamento nesta luta, buscando apoio de amigos, familiares e a sociedade em geral contra a série de ataques que o governo vem fazendo aos bancos públicos. Precisamos criar mais grupos no Facebook e divulgar as consequências desse desmonte nas redes sociais para envolver o maior número de pessoas nesta campanha”, avalia Laurito.

Por Armando Duarte Jr.


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Contraf-CUT realiza Conferência Livre dentro da 5ª Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede da Contraf-CUT, e virtual por meio da plataforma Zoom A Confed...