terça-feira, 21 de julho de 2020

Banco do Brasil solta comunicado confuso e coloca em risco a vida de funcionários e seus familiares


Em comunicado, banco informa que gestores poderão chamar bancários coabitantes, que vivem com pessoas do grupo de risco, até o dia 27 de julho
Na manhã desta terça-feira, 21 de julho, funcionárias e funcionários do Banco do Brasil foram surpreendidos com um Comunicado a Administradores com novas orientações para as dependências. Dentre elas, a possibilidade de retorno ao atendimento presencial dos funcionários que coabitam com grupo de risco.

O comunicado diz que “Funcionário com autodeclaração de coabitação: passa a se enquadrar nas formas de trabalho disponíveis, como os demais funcionários do Banco que não pertencem ao grupo de risco, a partir de 27/07”.
Sem estabelecer critérios médicos para esses retornos e nem sequer a própria necessidade do serviço, o comunicado tem levado diversos gestores a comunicarem a volta irrestrita dos funcionários.

Sindicato dos bancários de BH

Veja também: Isolamento do SEEBMA prejudica bancários e os deixa fora do acordo emergencial.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Isolamento do SEEB/MA, prejudica bancários e os deixa de fora do acordo emergencial.



Colegas Bancários,

A Oposição Bancária do MA cumpre sua missão de cidadão bancário de fiscalizar a entidade que tem o DEVER e a OBRIGAÇÃO de DEFENDER nossos interesses laborais. O SEEB/MA.
De longe vimos questionando a capacidade desses, mais uma vez a nossa questão trabalhista junto ao BB ficou vulnerável.
A atual Diretoria do Sindicato dos Bancários do MA, na sua eterna demonização à Contraf-CUT e ao seu sectarismo radical contra as outras entidades de defesa dos trabalhadores, vem desinformando nossa categoria e nos colocando numa ilha de ISOLAMENTO. Por último agora, não colocaram sequer em votação para os funcis de BB Maranhão, a proposta do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial, negociado pela  Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

Reclassificação do ponto e desconto das horas negativas:
Entre os destaques do acordo conquistado, estão a reclassificação dos dias 7, 8, 9, 28 e 29 de abril, desconto de 10% do total de horas negativas, com 18 meses para pagar, e o compromisso de não descomissionamento por desempenho até o final da pandemia.

Garantia de Não descomissionamento:
A conquista do não descomissionamento é fundamental para garantir a comissão e o salário dos funcionários até, pelo menos, o fim do decreto de calamidade pública, que vai até 31 de dezembro de 2020. Caso o decreto seja prorrogado, a garantia aos trabalhadores será mantida pelo mesmo período.

Critérios de Grupo de Risco:
Além disso, os trabalhadores conquistaram que seja mantido o critério de grupos de risco. Desta forma, continua valendo o que está divulgado pelo banco no hotsite Coronavírus e o que for aprovado nas deliberações da Mesa de Negociação Nacional Permanente sobre a Covid-19.

Preservação de 15 dias de férias:
O acordo prevê, ainda, a preservação de 15 dias de férias em aquisição, impossibilitando que o banco zerasse as férias dos trabalhadores, banco de horas positivas garantido e pago conforme o Acordo Coletivo de Trabalho e a manutenção da redução de jornada para os funcionários que estão trabalhando, sem redução de salários.


Todos os Sindicatos do Brasil, todos os bancos (Bradesco, Itau, Santander), todas as forças políticas do Movimento Sindical Brasileiro sentaram e negociara um ACORDO. Menos o SEEB/MA. Sequer discutiu com a base.

Se a Diretoria atual do SEEB/MA não valoriza a nossa entidade através da negociação em convenção ou acordo coletivo que deveria se sobressair sobre a legislação pois se trata de “um ideal democrático”. Não colocam a discussão na base, não entendem que “A negociação coletiva é a medida mais adequada para garantir segurança jurídica neste momento de transição”. Fica muito difícil não criticar.

Colegas do BB precisamos que as informaçoes VERDADEIRAS e as INFORMAÇÕES cheguem até a categoria. Se o nosso Sindicato não faz, agora a OPOSIÇÃO BANCÁRIA  do MA, irá fazer.

terça-feira, 7 de julho de 2020

Bolsonaro veta ultratividade das convenções e acordos coletivos


Veto escancara falta de compromisso com as classes populares e a tentativa de prejudicar os trabalhadores e suas entidades de representação sindical

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos o texto aprovado pelo Senado que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Entre os vetos, está o trecho que dizia que “as cláusulas das convenções coletivas ou dos acordos coletivos de trabalho vencidos ou vincendos, salvo as que dispuserem sobre reajuste salarial e sua repercussão nas demais cláusulas de natureza econômica, permanecerão integrando os contratos individuais de trabalho, no limite temporal do estado de calamidade pública, e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva.”

Segundo o presidente, “a propositura legislativa contraria o interesse público, tendo em vista que a vedação atualmente em vigor à ultratividade das normas coletivas, por força da reforma trabalhista (Lei nº 13.467, de 2017), visa incentivar a negociação, a valorização da autonomia das partes e a promoção do desenvolvimento das relações de trabalho.”

“É um absurdo o governo Bolsonaro vetar a ultratividade aprovada pelo Congresso Nacional. Mais uma demonstração de que não governa para a classe trabalhadora e sim contra ela”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira. “Dizer que o veto é de interesse público e tentar justificar que se trata de algo que visa incentivar a negociação entre patrões e empregados, desconsiderando que estamos em um momento de pandemia, é uma mentira deslavada. Querem aproveitar esse momento de crise para reduzir o poder de negociação dos trabalhadores e aumentar o do empresariado”, criticou a presidenta da Contraf-CUT.

Redução salarial

Sancionada, a antiga Medida Provisória (MP) 936 tornou-se a Lei 14.020 e foi publicada na edição desta terça-feira (7) do Diário Oficial da União. Além de criar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, ela permite acordos de redução proporcional dos salários e da jornada de trabalho de 25%, 50% ou 70%, além de suspensão dos contatos, durante o período de calamidade pública decretada pelo governo em razão da pandemia causada pelo novo coronavírus.

O governo também vetou o item que prorrogou até o ano que vem a desoneração da folha de pagamento de empresas de 17 setores de atividade. O prazo atual vai até dezembro próximo. Além disso, foi vetado trecho que permitia a empregados sem direito ao seguro-desemprego e dispensados sem justa causa durante a pandemia o acesso ao auxílio emergencial.

Pressão no Congresso

Mesmo diante de um interminável caos político, socioeconômico e com a pandemia do coronavírus sem controle, o presidente continua a destruir, de acordo com suas conveniências, tudo o que foi construído no Congresso Nacional, com muita luta, para minimizar os prejuízos dos trabalhadores e trabalhadoras”, observou Jeferson Meira, o Jefão, Secretário de Relações do Trabalho da Contraf-CUT.

“Vamos, mais uma vez, pressionar o Congresso Nacional, para que o veto presidencial seja derrubado”, concluiu Juvandia.

Para serem derrubados, os vetos presidenciais precisam de maioria absoluta na Câmara ou no Senado, 257 e 41 votos, respectivamente.

Com home office, BB vai devolver 19 de 35 edifícios de escritórios no País




Na esteira pandemia de covid-19, banco vai acelerar reformas de escritórios e devoluções de espaços; adoção de home office, que era próxima a zero, vai incluir 30% dos trabalhadores

De acordo com o vice-presidente corporativo do BB, Mauro Ribeiro Neto, o programa internamente apelidado de Flexy, que previa a modernização dos escritórios da instituição, estava sendo estruturado desde 2019, mas ganhou novo significado e mais velocidade durante a pandemia. O executivo diz que o banco, a exemplo de milhares de outras empresas, foi obrigado a testar o modelo remoto. A avaliação foi de que os resultados foram positivos e deixaram a proposta de transformação de espaços corporativos ainda mais ousada. 

A redução de espaço será profunda e vai afetar as grandes áreas corporativas do BB – o Flexy, por ora, não está sendo aplicado a agências ou a pequenos escritórios espalhados pelo País. Do total de 5 milhões de metros quadrados de área locada do banco, 750 mil metros incluem escritórios de maior porte em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná e Pernambuco, além do Distrito Federal. Com a aposta de longo prazo no home office, 38% desses espaços, ou 290 mil metros quadrados, serão devolvidos, segundo o executivo. 

Veja também: Bancários do BB no Maranhão, poderão ser descomissionados, por SEEB/MA não aderir ao acordo.

Restarão 16 grandes edifícios corporativos nessas localidades. “Vamos nos concentrar nas lajes de maior porte, que permitem uma aplicação maior do escritório de conceito aberto”, explica Ribeiro Neto. No redesenho dos espaços corporativos, o BB vai ficar mais parecido com os modelos associados a empresas de tecnologia: saem as estações de trabalho individuais e entram os espaços compartilhados; as salas de reunião ficam mais flexíveis, priorizando grupos menores; e o escritório ganha armários para que os funcionários guardem pertences pessoais, que devem ser levados para casa ao fim de cada expediente.


Projeção de novo modelo de escritório do BB Foto: Banco do Brasil


 Por trás da mudança de perfil dos escritórios, que vai custar um total de R$ 500 milhões, deverá ser iniciada este ano e concluída em 2022, está também uma meta de economia: entre cortes de custos com aluguéis e manutenção, o BB prevê uma redução de gastos anual na casa de R$ 185 milhões. Em 12 anos, já descontados os valores gastos com a reforma, a economia não será nada desprezível: R$ 1,7 bilhão. 

Muitas empresas estão buscando espaços mais flexíveis para o período pós-pandemia, uma vez que ficou claro que o home office é uma possibilidade a ser considerada. No BB, cerca de 30% dos trabalhadores – ou mais de 30 mil pessoas – vão continuar a atuar parcialmente de casa mesmo depois que a pandemia estiver controlada. “A medição de produtividade por permanência no escritório é coisa do passado. Precisamos deixar isso para trás”, diz o vice presidente do banco.

 Tendência Tendência Segundo Fábio Maceira, presidente da JLL, companhia que administra espaços corporativos, as grandes empresas vão inevitavelmente repensar a função de seus escritórios no pós-pandemia. Tanto é assim que algumas companhias proprietárias de imóveis corporativos já começam a flexibilizar os contratos de aluguel para permitir permanências mais curtas. Muitos clientes, de acordo com o especialista, deverão optar por contratos mais flexíveis por algum tempo para medir com exatidão se precisam mesmo de todo o espaço que atualmente ocupam.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 6 de julho de 2020

Bancos e empresas querem Home Office permanente para retirar direitos e reduzir salários

O Sindicato não aceita perda de direitos e redução da remuneração dos bancários e que abrir canal de negociação para debater a instituição do Home Office permanente

As diretorias do Santander e do Banco do Brasil já sinalizaram que o Home Office, necessário em tempos de isolamento social em função da pandemia do novo coronavírus, veio para ficar. O problema é que por trás da ampliação deste modelo de trabalho está o indisfarçável interesse de banqueiros e grandes empresários de extinguirem direitos e reduzirem os ganhos salariais dos trabalhadores. É a velha lógica do capital de reduzir custos para acumular mais lucros, mesmo que isso represente a exploração do trabalho até as últimas consequências.
“Os bancos e empresas perceberam com a tragédia da pandemia que através da elevação da exploração do trabalho via Home Office eles poderão reduzir custos dispensando locação ou compra de imóveis e o pior, tentando fazer com que o trabalhador abra mão de direitos como os tíquetes refeição e alimentação e aceite a redução de salários. No setor financeiro nós não vamos aceitar mais este brutal ataque contra a categoria e cobramos a abertura de negociação com a Fenaban”, afirma o vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Rio Paulo Matileti.
Mais gastos para o empregado
O sindicalista disse ainda que o trabalho em casa pode representar redução de despesas para a empresa, mas eleva os gastos do empregado com luz, água, internet, papel e impressão. “Cortar o vale alimentação seria um absurdo. Como o empregado vai comer com salários que, no Brasil, mal dão para pagar a conta ? E a situação agora é ainda pior com o mais alto custo de vida da história imposta pela política econômica do Governo Bolsonaro e pela crise da pandemia”, destaca.   
Declarações preocupantes
A má fé do empresariado pode ainda ter o amparo de setores do Judiciário. Segundo matéria do Valor Econômico na segunda-feira, dia 22 de junho, o presidente do Tribunal Regional do Trabalho do Rio, José Fonseca Martins Júnior afirmou que “não faz sentido com Home Office, o trabalhador receber os vales refeição e alimentação. O magistrado disse ainda “que se a gente matar as empresas vamos estar matando também os empregados” e que “o Judiciário vai precisar ter equilíbrio na interpretação das normas”.
A posição do juiz preocupa as entidades sindicais. “A verdade é o inverso desta afirmação. Se o governo matar os trabalhadores não haverá empresas. Quem produz toda a riqueza é o trabalho e a pandemia deixa clara a realidade de que sem a classe trabalhadora não existe produção”, explica Matileti.
O isolamento social, necessário em função da pandemia, reforça a tese de que não há produção sem a classe trabalhadora. “Não é à toa que Bolsonaro e os grandes empresários pressionam tanto para que os empregados voltem a trabalhar, mesmo que isso custe a vida dos trabalhadores. Confiamos na Justiça do Trabalho que tem o papel social moderador de garantir a proteção do lado mais frágil na relação entre capital e trabalho, que é o trabalhador.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Bancários do BB em todo Brasil aprovam o acordo emergencial, menos no Maranhão.





Nosso Coletivo Oposição Bancária do MA, irá diuturnamente munir nossa categoria de informações que nos são cerceadas pela atual Diretoria do SEEB/MA. o tema de hoje é sobre o Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19)  negociado pela Comissão de Empresa, e conforme nos informado pelos colegas Wagner, Gustavo, Juvandia, Gaia e Bia. 

Veja também: Bancários do BB no Maranhão, podem ser descomissionados, se o SEEB não aderir ao acordo.


Foi garantido o não descomissionamento por desempenho durante a pandemia; anistia de 10% das horas negativas; abonos dos dias 7, 8, 9, 28 e 29 de abril para grupo de risco e coabitantes. 
Portanto, os funcis do BB aprovaram, em diversos Estados do País, em assembleias virtuais, o acordo emergencial que garante direitos aos trabalhadores da instituição pública durante a pandemia de coronavírus.

Em resumo, temos: 

1 - Que prevê o compromisso de não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia; 

2 - A anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar; prazo de compensação de horas negativas de 18 meses; 

3- O abono dos dias 7, 8, 9, 28 e 29 de abril para funcionários autodeclarados do grupo de risco e coabitantes (quem mora com pessoas do grupo de risco) que estavam à disposição do banco nessas datas.

4- O acordo prevê ainda que o período de férias em aquisição, que de acordo com a MP 927 pode ser antecipado durante a pandemia, seja de apenas 15 dias, ao invés de ser compulsoriamente determinado pelo banco, que na maioria das vezes determina que seja de 30 dias, à revelia do trabalhador;

5- O compromisso de não descomissionamento por desempenho terá a mesma validade do decreto de calamidade pública do governo federal, que a princípio é 31 de dezembro. Se for prorrogado o decreto o compromisso de não descomissionamento permanece;

6- Ampliação do chamado Grupo de Risco, à despeito do que considera o INSS e o Governo Federal;



PERGUNTAS À DIRETORIA DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS DO MARANHÃO, MEMBROS DA CONLUTAS e PSTU:

Por quê o SEEBMA não promoveu Assembleias ONLINE para a base do BB?

Por quê não falam a verdade de que o acordo conquistado, garante proteção aos direitos dos funcionários, ameaçados pelas medidas provisórias editadas pelo governo Bolsonaro durante a pandemia, e que colocam o peso da crise econômica sobre o trabalhador?

Por quê o SEEBMA só faz ataques ao PT, CUT e CONTRAF, e não ataca o Governo Bolsonaro e não promove manifestações em relação às MP’s 927 e 936.

Por quê em vez de criticar, bater nas entidades dos trabalhadores, não divulgam as mazelas do Governo contra os trabalhadores bancários?

Por quê não procuram sentar à mesa de negociação e entender a mesma para informar a categoria?

Por quê o SEEBMA não fala pra categoria no MARANHÃO que esse acordo teve o apoio de TODAS as forças políticas dos movimentos em defesa dos trabalhadores bancários?

Por quê o SEEBMA ainda não fez a Assembleia de prestacao de contas??

Pergunta geral: essa atitude da Diretoria do SEEBMA é ignorancia, má fé ou FAKE NEWS?

Portanto, é muito fácil criticar e depois na calada da noite ir lá e assinar o acordo, como sempre fazem. Mas desta vez, estamos de Olho!

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Bancários do BB no Maranhão, poderão ser descomissionados, por SEEB/MA não aderir ao acordo.




PASMEM! MAIS UMA VEZ O SEEB/MA DESORIENTA A CATEGORIA A REJEITAR A PROPOSTA DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO EMERGENCIAL, COM FAKE NEWS. PRÓXIMOS  DE COMPLETAR 20 ANOS NO SINDICATO, SE FAZEM DE VÍTIMAS E AJUDARAM NO GOLPE!

O SEEB-MA desorienta os bancários a rejeitarem a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19) apresentada pelo Banco do Brasil ao Comando Nacional na última sexta-feira (26/06).

Nessa sanha desinformativa que não sabemos tratar-se de insanidade, ignorancia ou má-fé. Acredito na terceira opinião.  loucura e maldade!

Alegam que o acordo é prejudicial, assim, seguem completando 20 anos na Direitoria do SEEB/MA sem sequer sentar a mesa das negociaçoes, e perpetuando-se a base de muita, mas muita desinformação e fake news.

MAS AQUI, VAMOS À VERDADE!

Eles vivem numa ilha de sectarismo, numa fábrica de fake news à extrema esquerda sem se qualificar, sentar na mesa de negociação e informar adequadamente os trabalhadores na função de Quinta coluna, cerca-velha.

Veja também: Bancários do BB em todo Brasil aprovam o acordo emergencial, menos no Maranhão

Nós, da Oposição Bancária do MARANHAO, seguiremos com o Objetivo de evitar distorções ou informações truncadas devido à falta de informações corretas e contribuir para o voto consciente dos funcionários

A verdade sobre as negociações:

Sem o acordo, os colegas do Banco do Brasil serão descontados em pecúnia no seu salário .
Serão descomissionados pelo ciclo negativo de avaliação da gdp e o SEEBMA será o grande responsável por colegas serem descomissionados ou ficarem sem salários;
Não terão devolvidos os descontos que já foram processados para quem estava com o código 478 no ponto .
Poderão ter as férias futuras impostas para utilização
Não terão abatimento de 10% no saldo das horas negativas
Recepcionarão a MP 927, 928 e  931 na íntegra sem contar com o abrandamento do acordo que está sendo negociado.
Enfatizando que com a orientação da comissão de empresas - onde todas as forças políticas que lá estão orientam o voto SIM no acordo com o BB. Exatamente, TODAS AS FORÇAS POLÍTICA, COM EXCEÇÃO DA KOREIA DO NORTE DO SEEB-MA.
Sem falar no fator psicológico de assinarmos um acordo mesmo em tempo de FASCISMO BOLSONARISTA . Coisa que está cada vez mais difícil junto aos bancos e governo e onde o SEEBMA bate mais nas entidades dos trabalhadores do que nos banqueiros..

RESPONDENDO PONTO A PONTO:
Aonde tem no acordo que a covid não é doença ocupacional como eles afirmam, desqualificados ou mentirosos ?

1- não há garantia de HOME OFFICE para ninguém, já o acordo garante para muitos funcionários essa possibilidade, se não houver o acordo o banco segue a MP927;
2- o banco de horas negativo já existe, o acordo cria uma regra que proíbe o desconto das horas não pagas e cria uma regra com abatimento de 10%;
3- o banco já está colocando férias para todos, o acordo cria limites ao BB, e impede a utilização de férias futuras;
4- não impossibilita considerar a COVID como doença ocupacional, isso é o inss quem faz.
5 - por fim, impede o descomissionamento por GDP nesse período;
Menos, lógico para os bancários do MA, que ficarão às moscas e as baratas, que foram as únicas coisas conquistadas pelo seeb ma, já que eles não assinarão o acordo. Sempre fazem a firula, de votar contra e depois na calada da noite, vão lá e assinam. TODOS OS ANOS, HÁ 20 ANOS ELES FAZEM ISSO. CHEGA DA CATEGORIA SER TRATADO DESSA FORMA PELA TURMA DAS FAKE NEWS.

1) não garante home office para todos;
RESPOSTA: MENTIRA! hj não há garantia de home office pra ninguem, e com o acordo, já teremos oficializado diversos colegas que já estão em home office
2) legaliza o banco de horas negativo;
resp.: Mentira! desqualificação e má fé ! quem legaliza o saldo negativo de horas foi as medidas provisorias MP927
3) permite ao banco impor férias como bem entender; RESP. Desonestidade, absurda, O acordo é valido somente para o período de pandemia. Acabando esse período (esperamos que logo!) e a vigência da MP 927 as questões acordadas não serão mais válidas e as férias em aquisição não serão mais antecipadas, conforme a LEI!  4) nada diz sobre o reembolso aos empregados dos custos do teletrabalho; e 5) impossibilita considerar a Covid-19 como doença ocupacional, o que impedirá o recebimento de benefícios previdenciários aos bancários infectados pelo coronavírus nos locais de trabalho. RESP. má fé novamente quem define a doença ocupacional e nega isso é o INSS!

Para o SEEB-MA, a proposta deveria ter sido rejeitada ainda na mesa de negociação pela Contraf-CUT, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários. RESPOSTA DA OPOSIÇÃO BANCÁRIA: Por quê vcs não se colocaram na mesa também?

https://contrafcut.com.br/noticias/perguntas-e-respostas-esclarecem-duvidas-sobre-acordo-com-o-bb/


https://contrafcut.com.br/noticias/contraf-cut-orienta-trabalhadores-do-banco-do-brasil-a-aprovarem-proposta/ 


“Porém, mais uma vez, a CUT insiste em entregar os direitos da categoria aos banqueiros e ao governo em troca de benefícios, como a taxa negocial e a liberação de dirigentes.(quem está a cerca de 20 anos liberados e se aposentando no seebma?) Por isso, cabe às assembleias em todo o país rechaçar essa proposta absurda, devendo os sindicatos exigir do Comando Nacional a reabertura das negociações com o Banco do Brasil. Além disso, é preciso criar um calendário de mobilização, a fim de garantir a manutenção dos direitos dos bancários do BB” – afirmou o diretor do Sindicato, Dielson Rodrigues.  RESPOSTA DA OPOSIÇÃO: Quem são os dirigentes que estão há cerca de 20 anos liberados?? alguns até se aposentando no SEEBMA? Má fé em dizer que está sendo entregue direitos, se sequer essa Diretoria senta à mesa.

A OPOSIÇÃO FAZEM-LHES A SEGUINTE PERGUNTA: Qual a prosposta de vocês, além de bater na entidade CONTRAF-CUT? Por quê os senhores não sentam à mesa pra negociar e busquem se qualificar sobre a legislação trabalhista e sobre as MP do Governo Bolsonaro e o impacto dessas no direito dos trabalhadores bancários? Com certeza, não responderão, mas o mantra de bater nas entidades que defendem os trabalhadores bancários, com certeza não cessará.

Contraf-CUT realiza Conferência Livre dentro da 5ª Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede da Contraf-CUT, e virtual por meio da plataforma Zoom A Confed...