segunda-feira, 22 de março de 2021

Desprezo do SEEB/MA pelos caixas do BB, gera revolta





 É de se lamentar o desprezo que o sindicato dos bancários tem com os bancários maranhenses, pois, até o presente momento, não dão uma satisfação,  com relação a liminar que garante a volta da gratificação dos caixas do BB.

Todos os caixas do BB no Brasil, exceto o Maranhão, já garantiram o retorno da gratificação de caixa por meio de liminares. Ninguém do sindicato sabe dar uma satisfação, fazem de desentendidos, os bancários questionam, mas não obtém  respostas.

Os diretores do SEEB/MA, estão preocupados é com eleição que será em maio, pra se perpetuarem no poder, enquanto os bancários maranhenses estão sendo colocados em segundo plano.

Só a despesa com o jurídico do sindicato, é mais de meio milhão por ano, porém, as ações do mesmo, não surge muito efeito pra categoria.

Os bancários podem dar uma resposta pra essa má gestão, em maio haverá eleição para mudar a diretoria, essa é a oportunidade de fazer a mudança que precisamos.





sábado, 20 de março de 2021

Escândalo! diretoria do SEEB/MA burla edital e elege seus candidatos para coordenar a eleição sindical





Companheiros bancários, não se deixem enganar, a assembleia do dia 20/03, para a escolha da comissão eleitoral, foi realizada ao arrepio do estatuto, pois, era a última data que a atual direção possuía para realizá-la, uma vez que, de acordo com o mesmo, tal assembleia deveria ocorrer entre o lapso temporal de no máximo 90 e no mínimo 60 dias antes do final do mandato, da atual direção.

Ocorre que, por negligência ou má fé da atual diretoria, foram convocar as eleições em último momento, aproveitando-se das circunstâncias, em razão do decreto estadual N° 36.531  que suspendeu eventos e reuniões presenciais.

Vale ressaltar, entendemos que por conta da pandemia e do decreto estadual, não seria  viável a realização e tão pouco permitida assembleia presencial, mas, não poderia faltar regras claras e transparentes!

Tal manobra ardilosa foi com intuito de não perderem o prazo estatutário, onde decidiram fazer a assembleia de forma virtual, via App ZOOM, sem estabelecer as regras em edital.


Na votação virtual via ZOOM, ninguém teve acesso a relação de inscritos (ensejando severas duvidas quanto a idoneidade, pois não houve transparência no pleito), de quem estava na assembleia  e se realmente eram bancários e filiados.

Ademais, ainda criaram uma regra sorrateira, sem previsão no edital (criada pela atual diretoria). para as chapas se inscreverem um dia antes da assembleia, até as 18 horas.

Observem, do dia 15/03 ao dia 18/03 até as 19 horas, não havia nada que indicasse ou informasse que as chapas pra presidir a comissão eleitoral, deveriam se inscrever antecipadamente até as 18hs do dia 19/03, pasmem! "OLHA O GOLPE" alteraram depois das 19 horas do dia 18/03.

 A Oposição vai tomar as devidas providências jurídicas, para que essa assembleia seja anulada. Isso só mostra o quanto essa diretoria é capaz de fazer pra se perpetuar no poder a todo custo. 

Para agravar ainda mais as irregularidades, dificultaram as inscrições, cercearam o direito de fala de diversos bancários, não aceitaram a inscrição da chapa da oposição,

Acreditem! o resultado final do pleito atingiu o ridículo percentual de 102,5%. Estão  menosprezando nossa inteligência, é sacanagem! não aceitem isso, merecemos respeito!



    





quinta-feira, 11 de março de 2021

Liminar que retorna a gratificação de caixa no BB ainda tá valendo, menos no Maranhão




Nessa quarta-feira (10), o Banco do Brasil renomeou como caixas executivos (código 288) boa parte daqueles que perderam a função em fevereiro. (Como se sabe, o banco havia extinguido a função no mês passado.) Além das renomeações, o banco reajustou o contracheque desses trabalhadores que eram caixas mas que já haviam tomado posse em outros prefixos e em funções de proventos menores que os de caixas.

Por conta do isolamento do SEEB/MA, por não fazer parte da abrangência da base da CONTRAF/CUT (95%dos sindicatos são filiados a ela),  a liminar concedida para o retorno da gratificação dos caixas do BB, não alcançará os bancários maranhenses.


VejaOmissão do SEEBMA causa revolta entre os bancários, em meio ao surto da pandemia do COVID-19.


Só no ano de 2020, o SEEB/MA, teve uma despesa jurídica de meio milhão de reais, cuja despesa, não tem beneficiado  a categoria bancária, pois, tais ações judiciais oriundas do escritório jurídico, não tem surtido muito efeito para os bancários do Maranhão, que na maioria das vezes, os bancos têm logrado êxito, inclusive derrubando as liminares do Sindicato.

Por outro lado, as ações da Contraf/CUT, tem beneficiado a categoria bancária que está na sua base, temos como exemplo,  a ação para à retomada da gratificação dos caixas do BB, cuja ação, se baseou em três argumentos jurídicos: 

- O artigo 468 da CLT, que veta a mudança no acordo trabalhista que prejudica ao funcionário de forma unilateral, 

- O Acordo coletivo atual em vigor, que prevê o pagamento da gratificação de caixa; 

- A súmula 372 do TST que prevê a incorporação ao salário da gratificação para quem tem 10 anos ou mais de exercício da função.

 Para que a liminar seja derrubada terão que invalidar os três argumentos.

A Oposição Bancária do Maranhão, prega que os bancários maranhenses voltem para a Unidade Nacional, pois tal radicalismo e isolamento da atual diretoria do SEEB/MA, só tem prejudicado os bancários maranhenses e os isolado das pautas nacionais.

Em maio de 2021 haverá eleição para a mudança da diretoria do SEEB/MA, essa é a oportunidade de haver a mudança que precisamos.


Fenaban frustra bancários e não avança na proteção da categoria contra pandemia



 Na véspera de completar um ano da primeira reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para debater ações que protejam a categoria bancária contra a pandemia do coronavírus, as partes voltaram a se reunir para discutir medidas contra o agravamento da situação. Neste período, 35 reuniões trataram do assunto, sendo 19 de forma específicas. Porém, o resultado da reunião na tarde desta quinta-feira (11) não foi dos melhores.

A boa notícia ficou por conta do primeiro ponto abordado, a proposta de inclusão da categoria bancária como prioritária no Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19. A Fenaban concordou prontamente com a reivindicação dos trabalhadores e disse que irá reforçar os esforços do movimento sindical junto ao poder público. A Contraf também vai enviar carta ao Ministério da Saúde reivindicando a inclusão da categoria entre os setores profissionais prioritários para a vacinação, após os grupos de risco (profissionais da saúde e idosos)

“Os bancários são uma das categorias que não pararam de trabalhar em nenhum momento. Mantiveram, desde o início da pandemia, o atendimento à população. Por isso, devemos estar na lista de prioritários”, explicou Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Reivindicações

Visitas externas – Quando a discussão foi sobre o retorno das reivindicações apresentadas na semana passada, as notícias não foram boas. Sobre a denúncia da pressão para que os bancários façam visitas externas, a Fenaban garantiu que vai orientar a todos os bancos que as reuniões presenciais de gerentes sejam exclusivas de casos emergenciais. Os representantes dos trabalhadores voltaram a cobrar a suspensão total. Os representantes dos bancos ficaram de retornar.

Diminuição dos horários das agências – Os bancos disseram que irão reduzir o horário de atendimento: das 9h às 10h, atendimento exclusivo aos clientes do grupo de riscos, idosos e gestantes. Entre 10h e 15h, no máximo. Atendimento aos demais clientes. Essas limitações de horário não valem para a Caixa, que irá iniciar o pagamento da nova fase do auxílio emergencial.

Teletrabalho – A Fenaban disse que 14 instituições financeiras já efetuaram o retorno dos trabalhadores do sistema presencial para o teletrabalho. Ficou de apurar ainda se outros bancários irão retornar a esta situação.

Pressão das metas –  Outra reivindicação cobrada foi a redução das metas durante a pandemia.

Demissões – O Comando reivindicou que os bancos suspendessem as demissões nesse pior momento da pandemia. Sobre essa questão, ficou acertada uma nova reunião para a tarde da próxima terça-feira (16), às 13h.

Sobre as demais reivindicações, os representantes dos bancos se comprometeram a responder até esta sexta-feira (12).

“A gente quer ter as proteções que tínhamos no ano passado. Tivemos uma fase com muitos problemas, muitas mortes e pedimos a suspensão das demissões. Agora, estamos em uma fase pior ainda. Precisamos ter mais rigor no cumprimento das medidas de proteção, a volta do teletrabalho, o fim das demissões e a redução do horário de atendimento e das metas. A gente está pedindo para que os bancários não fiquem tão expostos como estão agora. Agora, esperamos que nesta sexta-feira as negociações avancem”, disse Juvandia.

terça-feira, 9 de março de 2021

"Banco do Brasil dá férias compulsórias aos funcionários em home office, descumprindo ACT Covid."

 


Funcionários do Banco do Brasil do Grupo de Risco que encontram-se trabalhando em Home Office estão sendo colocados em férias de forma compulsória, antecipando-se as férias do período aquisitivo em andamento e incompleto. 

Destaque-se que o ACT COVID, assinado no ano de 2020, trouxe em seu bojo cláusulas para PRESERVAÇÃO E PROTEÇÃO A SAÚDE DOS EMPREGADOS E CLIENTES, conforme inciso IX, assim como, a priorização do grupo de risco objetivando a PROTEÇÃO A SAÚDE, cláusula segunda, parágrafo terceiro: "Os empregados que  pertençam  ao  grupo  de  risco  do  coronavírus (covid-19), conforme  definido  pelo BANCO e  atualizado  no  hotsite  Coronavírus  e  nas deliberações aprovadas na Mesa de Negociação Nacional Permanente COVID-19,serão priorizados para o gozo de férias, como forma PROTEÇÃO A SAÚDE".

De acordo com esses dispositivos supra mencionados, a justificativa para priorização do grupo de risco para gozo de férias, se dá como "FORMA DE PROTEÇÃO A SAÚDE", no entanto, caso o funcionário do grupo de risco esteja em HOME OFFICE, essa priorização não deveria ocorrer, pois não se vislumbra o risco descrito e acordado em ACT.

Nesse sentido, as agências do país estão colocando seus funcionários do grupo de risco (home office) em férias, enquanto os funcionários presenciais continuam expostos à pandemia, em agências superlotadas.

Outro ponto controverso, diz respeito a motivação da antecipação das férias, que tem como justificativa, que os funcionários do home office quando voltarem para o presencial, não poderão ter saldo de férias, abonos, banco de horas, etc. Pois isto prejudicaria o banco em seus respectivos retornos.  

Diante disto, evidencia-se o  claro desrespeito ao ACT, pois as deciões tomadas pelo Banco do Brasil não visam a proteção a saúde de seus funcionários, mas somente aos interesses financeiros e econômicos dos banqueiros.

domingo, 7 de março de 2021

Intervenção de Bolsonaro no BB já provoca paralisia na instituição



As incertezas sobre a sucessão no Banco do Brasil travaram nos últimos dias todos os projetos do banco.

Enquanto Jair Bolsonaro não se decide sobre quem colocar no lugar de André Brandão, a turma no banco passa o tempo jogando conversa fora.

É o sinal mais evidente de como o intervencionismo político pode fazer muito mal ao andamento de instituições importantes como o BB.

“Um prejuízo incalculável ter um banco do tamanho do BB parado esperando uma canetada do presidente”, diz um importante quadro do banco.

Há duas semanas, antes de a pressão de Bolsonaro levar Brandão a colocar o cargo à disposição do Planalto, o BB se preparava pra negociar o banco da Patagônia, por exemplo.


Fonte: Revista  Veja


VejaOmissão do SEEBMA causa revolta entre os bancários, em meio ao surto da pandemia do COVID-19.

sábado, 6 de março de 2021

Comando Nacional cobra da Fenaban maior rigor contra a COVID-19



 O Comando Nacional d@s Bancári@s se reuniu nesta sexta-feira (5) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para cobrar medidas que protejam a categoria e a população contra o agravamento da pandemia. Mais rigor nos protocolos de segurança, manutenção e ampliação do teletrabalho, suspensão das demissões, testagem na categoria, redução das metas e no horário de atendimento e somente atendimentos essenciais nas agências foram os pontos apresentados para os representantes da Fenaban, que se comprometeram a apresentar respostas na próxima reunião, a ser realizada na semana que vem.

“Estamos em uma fase pior da do ano passado. A gente nem tem vacina e nem comprou. A incompetência do governo é muito grande. Quais as medidas que os bancos vão tomar? Não podemos ter demissões na categoria. Estamos em fase de muitas dificuldades. Precisamos verificar como estão os protocolos, colocar o máximo da categoria em teletrabalho, controlar os acesso de clientes. Temos atendimentos entre 10h e 15h. em alguns bancos, mais do que estavam fazendo. O atendimento tem que ser mais restrito”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.


 VejaOmissão do SEEBMA causa revolta entre os bancários, em meio ao surto da pandemia do COVID-19.


Os representantes do Comando ressaltaram que a categoria bancária conseguiu firmar com a Fenaban um acordo que garantia protocolos de segurança sanitária ainda no início da pandemia. Algumas medidas de segurança foram relaxadas ao longo de 2020, como o retorno ao trabalho presencial de parte dos que estavam em teletrabalho. Os representantes do Comando lembraram que em muitas agências falta álcool ingel nas áreas de autoatendimento, além de barreiras de acrílico nos caixas e locais de atendimento de clientes. Lembraram que ainda há muita burocracia diante dos casos de contágio nos locais de trabalho, com lentidão das providências nesses casos urgentes. “Precisamos nos antecipar, estamos tratando de uma situação que não se remedia. A morte não se remedia. Além das medidas que acumulamos e combinamos, temos que fazer que elas sejam efetivas. Tem que ter rigor”, cobrou o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Mauro Salles.

Os representantes da Fenaban se comprometeram a dar respostas às cobranças do Comando na próxima reunião. Também concordaram que ocorram reuniões frequentes para controlar o cumprimento das medidas.


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