sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Comando Nacional dos Bancários vai cobrar da Fenaban volta do home office

Reunião da próxima terça-feira (18) vai discutir ampliação do teletrabalho e outras medidas protetivas contra a Covid 19



 O Comando Nacional dos Bancários vai se reunir na próxima terça-feira (18) com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para discutir a adoção de medidas preventivas para proteger a categoria diante do aumento no número de casos de contaminados pela Covid-19 que atinge todo o Brasil. Um dos pontos a ser tratado no encontro, que acontecerá de forma virtual, será a retomada e, até mesmo, a ampliação do home office, que deixou de ser adotado por alguns bancos.


“Nos queremos chamar a atenção da Fenaban e dos bancos para a gravidade do momento. O contágio está muito mais elevado e se não forem tomadas medidas, podemos voltar a perder muitas vidas”, alertou o vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Vinicius Assumpção.

O VP lembra que, no início da pandemia, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban firmaram um acordo com medidas protetivas que foi importante. “Tivemos medidas fortes quando começou a pandemia. Flexibilizar as medidas protetivas neste momento é uma tremenda irresponsabilidade. Os bancos que não levarem em conta a gravidade do momento podem ser responsáveis pelo aumento da doença e do número de mortes na categoria. Estamos passando pelo pior momento da pandemia. Não tem sentido argumentar que os bancários não devem voltar ao home office. Vamos cobrar fortemente isso, mas também outras medidas que foram flexibilizadas, como rodízio e controle de atendimento nas agências.”

“Neste momento de mais uma onda da pandemia, na qual o contágio se mostra muito maior, todo cuidado é pouco. Desde início da pandemia buscamos a proteção da vida e da saúde como elemento central. Infelizmente, a Covid-19 não nos dá trégua. Por isso, nós não podemos baixar a guarda nas medidas protetivas. Os bancos precisam, urgentemente, praticar protocolos rígidos, que se mostraram eficazes, para proteger seus trabalhadores. É assustador o número de contaminados nos ambientes de trabalho e nos preocupa que os bancos não entenderem a gravidade do momento”, lamentou Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Contraf-CUT manifesta solidariedade ao trabalhador de banco agredido no Maranhão

 


A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) manifesta solidariedade ao trabalhador de um banco, Gabriel da Silva Nascimento, de 23 anos, que foi agredido dentro do próprio carro, em frente de casa, em Açailândia, no Maranhão.


Os autores das agressões são o empresário Jhonnatan Silva Barbosa e a dentista Ana Paula Vidal, que também moram no prédio. Eles mandam o jovem sair do veículo e começam as agressões, que foram registradas em vídeo. Gabriel é derrubado, sofre chutes, pisões, tapas e Ana Paula põe os joelhos na sua barriga, enquanto Jhonnatan pisa em seu pescoço. A sessão de espancamento só parou quando um vizinho avisou que a vítima é moradora do prédio e dono do carro de onde foi retirado.

Para Almir Aguiar, secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, este é um caso de racismo estrutural, que está sendo acompanhado pela Confederação, como outros que acontecem país afora. “O racismo foi estruturado desde 1535 com a chegada dos primeiros escravizados. Até hoje ele vem se fortalecendo cada vez mais. É algo tão forte a ponto de um cara que está dentro do seu próprio carro, por ser negro, ser acusado por outras pessoas de estar roubando o veículo que não acreditam ser dele. Ou ao entrar no supermercado, você ser seguido pelos seguranças, ser olhado de outra forma pelas pessoas, principalmente se você está de bermuda e camiseta. Enfim, é o racismo estrutural.”

Entenda o caso

As imagens reveladas pela TV Globo mostram que o caso aconteceu na manhã de 18 de dezembro. Ana Paula Vidal morava no mesmo prédio da vítima. Gabriel estava dentro do carro e esperava para ir a uma festa do trabalho.

A vítima também se mudou do imóvel, três dias depois do crime, porque ele pertence à família da mulher que o agrediu. Com medo, ele teve acompanhamento da polícia para retirar seus pertences de lá. No dia das agressões, Gabriel foi à delegacia para fazer um boletim de ocorrência, mas em três tentativas diferentes, ele foi informado de que o sistema estava fora do ar. Por isso, só conseguiu registrar a queixa no dia seguinte, o que impediu a prisão em flagrante dos agressores. Até agora, nenhum deles foi ouvido pela polícia.

O agressor Jhonnatan Silva Barbosa já foi condenado pela Justiça por ter atropelado e matado um senhor de 54 anos, em 2013. Ele foi condenado a 2 anos e 8 meses de prisão, que foram convertidos em serviços comunitários e multa de um terço de um salário mínimo. O Fantástico encontrou Jhonnatan, mas a pessoa que se identificou como tio dele informou que o sobrinho não daria entrevista. Em nota, Ana Paula Vidal, também agressora, pediu desculpas e disse que não teve uma atitude racista.

“Precisamos ter no Brasil mais leis que contenham este tipo de atitude, que combatam este racismo perverso que observamos todos os dias em todos os cantos do país. A gente sabe de inúmeros casos transformados em injúrias raciais, que não acabam em prisões. É difícil ver um caso de uma pessoa que cometeu um ato de racismo ser preso. Não podemos ficar desta forma, precisamos de leis mais duras para resguardar a maioria da população brasileira. Se a pessoa não tiver uma pena para que ela seja inibida em relação a isso, as coisas vão continuar acontecendo. Isto precisa ter um ponto final”, finalizou Almir Aguiar.

Fonte: Contraf/CUT

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Em decisão unilateral, BB desrespeita trabalhadores ao divulgar novo manual contra Covid-19

Documento exclui trechos do primeiro manual de segurança contra Covid-19, produzido com base em reivindicações de trabalhadores e acordado junto ao MPT



 Em decisão unilateral, a direção do Banco do Brasil divulgou um novo manual de segurança contra a Covid-19, na terça-feira (4). A empresa já vinha descumprindo as medidas previstas no manual anterior, produzido com base nas reivindicações das trabalhadoras e dos trabalhadores e acordado junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) no âmbito federal.


Um dos pontos de segurança excluídos pelo banco foi o que estabelece o encerramento de unidades e dispensa de funcionários, para fins de higienização das dependências, quando confirmada a contaminação de um funcionário nas últimas 72 horas. Esse protocolo, em especial, foi um dos pontos discutidos exaustivamente com o movimento sindical no início de novembro, durante os debates para garantir o máximo de segurança aos funcionários do BB no processo de retorno gradual ao trabalho presencial.

“No momento em que o país volta a registrar o aumento de casos de Covid-19 e, agora, de epidemia cruzada com a gripe provocada pela H3N2, o banco, de forma unilateral, divulga um novo protocolo retirando medidas de segurança, que são baseadas na ciência, aumentando os riscos de contaminação e de transmissão entre os funcionários e os clientes”, expõe o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

A falta de preocupação com os funcionários já está apresentando seus nocivos resultados. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região registrou, nas últimas duas semanas de dezembro, o aumento expressivo de casos de Covid-19 em prédios do BB na sua base. Em um dos locais, trabalhadores de três dos sete andares de um prédio tiveram que ser afastados, ou por suspeita, ou por já confirmada a contaminação pelo novo coronavírus.

Recentemente, o mesmo sindicato fez denúncias contra o diretor João Leocir Dal-Rosso Frescura, conhecido como Piti, pelo não cumprimento dos protocolos contra a Covid-19. Em pelo menos três casos confirmados de colegas infectados, Piti, que é responsável pelos prefixos vinculados à Diretoria de Operações (Diope), no Centro Empresarial São Paulo (Cenesp), teria se recusado a dispensar os funcionários das dependências que necessitavam de higienização, conforme o estabelecido no manual de segurança acordado junto ao MPT.

“Nos prefixos dos Cenops que são vinculados às Diope do Brasil todo, também registramos aumento de casos. Verificamos isso em Curitiba, Belo Horizonte, onde os sindicatos têm procurado a gestão de pessoas e estão tomando medidas frente às intransigências do BB”, pontuou Fukunaga.

“O movimento sindical está acionando o MPT, diante do descaso do banco e da decisão unilateral dele em mudar os protocolos de segurança. Também continuaremos pressionando para garantir aos trabalhadores segurança por meio do trabalho remoto”, destacou o coordenador da CEBB.

Fonte: Contraf/CUT

BB chantageia Sindicato de BH e Região




 O saco de maldades do BB para com seus funcionários parece não ter fundo.

Agora o banco resolveu chantagear o Sindicato de BH colocando em risco a vida das pessoas.

Mesmo com o aumento dos casos de infecção por Covid aliados aos novos casos de gripes e influenza, e ainda com a telemedicina da Cassi sobrecarregada com tempo de espera acima de 16 horas, o BB resolveu chamar todos do grupo de risco para o trabalho presencial. E isso a toque de caixa. As pessoas começaram a receber telefonemas com a convocação por volta das 17h para voltarem ao presencial no dia seguinte.

E para mostrar que não tem nenhum apreço à vida de seus funcionários estão convocando até os casos mais graves como pessoas imunossuprimidas e em tratamento de câncer. Isso por pura retaliação mesmo tendo conseguido derrubar nossa liminar. Para o restante do país que não tem ação judicial, o banco manteve em home office esses casos citados.

Em audiência de conciliação sobre nossa ação, que aconteceu na segunda-feira, 3 de janeiro, os representantes do banco disseram que não poderiam fazer um acordo diferente com o Sindicato de BH e Região por causa da isonomia com o restante do país. A isonomia só vale para prejudicar, quando é para beneficiar não vale.

O Sindicato já está tomando medidas judiciais e políticas para preservar vida dos funcionários do BB, ficando o banco responsabilizado pelas consequências dessa decisão.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Cassi: Sobrecarga no atendimento escancara precarização

 



Retorno precipitado ao trabalho presencial, surto de Influenza H3N2 e chegada da variante Ômicron expõem ineficiência do atendimento da telemedicina da Cassi.

Funcionários e funcionárias do Banco do Brasil que precisaram de atendimento do serviço de telemedicina da Caixa de Assistência (Cassi) nesta segunda-feira, 03 de janeiro, tiveram que enfrentar horas de espera. O aumento exponencial da procura por atendimento ocorre justamente no início de uma quarta onda de transmissão da Covid-19 no Brasil, causada pela variante Ômicron, de um surto de Influenza (H3N2) e logo após o banco forçar uma retomada total do trabalho presencial. A própria Cassi reconheceu a sobrecarga do sistema e o grande tempo de espera, em virtude do surto de Covid-19 e Influenza, nos comunicados que divulgou em seus canais.

“Num momento de aumento das contaminações pela Covid-19, assim como pela nova variante da Influenza (H3N2), a Cassi tem tido inúmeras dificuldades em atender a grande procura pela telemedicina. No Brasil todo, registramos casos de gargalos, com a espera de várias horas”, relata a representante no Conselho de Usuários da Cassi Tânia Dalmau. “A cobrança por solução para essas questões deve ser feita aos nossos diretores eleitos [Luiz] Satoru e [Carlos Emílio] Flesch, que foram e continuam sendo favoráveis à expansão desse tipo de atendimento e à terceirização, com a redução das CliniCassis. Observamos que esse caminho está na contramão das necessidades dos trabalhadores. Precisamos voltar a oferecer o atendimento de excelência que a Cassi sempre prestou”, acrescenta.

A crítica da dirigente sindical é à política de terceirização dos serviços oferecidos pela Cassi que a atual gestão tem adotado, em detrimento ao fortalecimento das CliniCassis e à Estratégia de Saúde da Família (ESF), com foco preventivo. “Sabemos que a terceirização não é o caminho para expandir e melhorar o atendimento, ao contrário, é uma forma de precarizar os serviços. Essa sobrecarga expõe justamente uma deficiência estrutural, que a telemedicina não é capaz de resolver. O que precisamos é de investimento em estrutura e fortalecimento da medicina preventiva”, acrescenta a dirigente sindical Ana Paula Busato. Neste sentido, os representantes nos Conselhos de Usuários têm cobrado o atendimento efetivo das demandas dos trabalhadores, considerando que esta é uma das responsabilidades da Cassi.

Resultado do negacionismo 
Desde o início da pandemia da Covid-19, em 2020, a direção do Banco do Brasil tem reproduzido em sua gestão o negacionismo escancarado do Governo Bolsonaro. Inúmeras vezes o banco optou por negar a gravidade da pandemia, tomando medidas que colocam em risco a saúde e a vida de seus funcionários e funcionárias. “O retorno precipitado, mal planejado e indevido da categoria ao trabalho presencial no fim de 2021 foi o ápice do negacionismo. Lembrando que as pessoas do grupo de risco só estão em home office agora devido a uma liminar judicial conquistada pelo Sindicato”, relembra a dirigente sindical Ana Smolka. “E o banco continua negando os riscos do trabalho presencial, mesmo com o número de casos de Covid-19 aumentando entre os funcionários”, finaliza.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários, Financiários e Empresas do Ramo Financeiro de Curitiba e região reitera seu compromisso de representar e defender os interesses dos funcionários e funcionárias do Banco do Brasil em todas as esferas, inclusive na Cassi. Acrescenta ainda que continuará participando ativamente dos debates e das instâncias de decisão, por meio da atuação de seus representantes no Conselho de Usuários, pois entende a Caixa de Assistência como uma ferramenta essencial de proteção à saúde e bem-estar dos trabalhadores.

Fonte: SEEB Curitiba

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Financiários terão reajuste de 8,9% nas verbas econômicas

 



Índice foi calculado após divulgação de alta histórica do INPC de maio

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do mês de maio ficou em 0,96%, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Com isto, o índice acumulado para a data-base da categoria dos financiários, do período de junho de 2020 a maio 2021, ficou em 8,9%, base de cálculo para correção dos salários e as demais cláusulas econômicas. Também serão corrigidos os valores de PLR, previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2020/2022.

O reajuste de 8,9% será aplicado retroativo a 1º de junho de 2021, sobre os salários e auxílios praticados em 31 de maio de 2021.

“Uma conquista importante da categoria que se iniciou durante as negociações coletivas junto às financeiras. Dessa forma, estão garantidos, durante dois anos, a manutenção dos direitos dos trabalhadores, assim como a reposição de acordo com o INPC, que acumulou um índice histórico de alta”, afirma Reginaldo Breda, secretário-geral da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Fonte: FEEB SP/MS

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Justiça mantém gratificações de caixa no Banco do Brasil


O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10) negou, nesta terça-feira (6), provimento ao agravo do Banco do Brasil, que queria cassar a liminar obtida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que impede o banco de extinguir a função de caixa e mantém o direito dos funcionários ao recebimento da gratificação por a exercerem.

“Nesse julgamento, garantimos o direito dos caixas continuarem a receber o valor integral de suas gratificações”, informou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados. “Manter a função de caixa e o pagamento da respectiva gratificação é o reconhecimento preliminar do Judiciário sobre a ilegalidade cometida pelo banco ao alterar o contrato de trabalho de forma lesiva e unilateral”, completou.

“O banco quis extinguir a função de caixa e deixar de pagar a devida gratificação sem sequer comunicar aos funcionários, nem à sua representação sindical. Quando soubemos, tentamos negociar, inclusive com a mediação do Ministério Público (do Trabalho). Mas, o banco se negou a negociar. Isso não é respeitar os funcionários. Muito menos valorizá-los”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, se referindo às declarações do novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro.

Para Fukunaga, se o banco quer, verdadeiramente, respeitar e valorizar os funcionários, deve negociar com os trabalhadores e, nos autos do processo, dizer que não vai extinguir a função de caixa e tampouco retirar a gratificação destes funcionários. “Além disso, que pare com o processo de reestruturação, que é, na verdade, uma desestruturação, que prejudica os funcionários, os clientes e a sociedade brasileira como um todo”, concluiu o coordenador da CEBB.

Entenda o caso

No início de 2021, o Banco do Brasil anunciou uma nova reestruturação, com a previsão de fechamento de agências, redução de postos de trabalho e extinção da função de caixa, e, consequentemente, da gratificação paga aos escriturários que cumprem a função. A intenção do banco era pagar valores proporcionais ao tempo que cada funcionário exercesse a função. Os escriturários, além de trabalhar no caixa teriam que cumprir, simultaneamente, outras funções.

A representação dos trabalhou buscou negociar com o banco, mas, sem obter êxito, buscou a intermediação do Ministério Público do Trabalho. O banco se manteve irredutível.

No dia 18 de fevereiro de 2021, a Contraf-CUT obteve liminar impedindo que o Banco do Brasil extinguisse a função de caixa e deixasse de pagar a gratificação aos escriturários que a recebem para trabalhar como caixa. A extinção de função de caixa faz parte da desestruturação a que o banco está sendo submetido desde meados de 2016.

O banco entrou com mandado de segurança para tentar cassar a liminar obtida pela Contraf-CUT e obter ele uma liminar que o permitisse a extinguir a função de caixa e deixar de pagar a devida gratificação aos funcionários que a exercem. A intenção do banco era pagar a gratificação de maneira intermitente, apenas nos períodos em que a pessoa exercesse a função.

A liminar em mandado de segurança do banco foi negada pela Justiça. O banco entrou com agravo contra esta decisão e ingressou no Tribunal Superior do Trabalho (TST) com pedido de correição parcial da decisão.

O TST já havia julgado como improcedente o pedido de correição e, ontem, o TRT10 negou provimento ao agravo do banco.


Fonte: Contraf/CUT

Contraf-CUT realiza Conferência Livre dentro da 5ª Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede da Contraf-CUT, e virtual por meio da plataforma Zoom A Confed...