quinta-feira, 4 de março de 2021

Oposição Bancária do Maranhão, faz ato público contra o fechamento da agência do BB Cohatrac



 Bancários e comunidade protestam contra fechamento de agência do Banco do Brasil

A CUT, sindicatos filiados e as oposições bancária e dos correios realizaram protesto durante toda a manhã de hoje, 03 de março, em frente à agência do Banco do Brasil do Cohatrac contra o fechamento do banco naquele bairro.

Mesmo em plena pandemia, o governo Bolsonaro continua a prejudicar os trabalhadores e mostra que não responsabilidades com os servidores e com a população que precisa dos serviços públicos.  Com o fechamento das agencias, além de aumentar a aglomeração nas agencias que sobrarem, a economia do entorno das unidades fechadas também sofrerão as consequências.

“Justo nesse momento em que milhões de pessoas estão sofrendo as consequências do desemprego, o governo Bolsonaro aprofunda a crise com demissão dos terceirizados e agentes de segurança. Nós não aceitaremos calados e continuaremos a protestar e mobilizar a população contra mais esse crime de Bolsonaro”, afirmou o presidente d CUT/MA, Manoel Lages.


Veja também: Em maio de 2021 haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrição pra pré-candidatos


A medida é mais uma iniciativa do governo Bolsonaro para desmontar os serviços públicos e entregar o patrimônio brasileiro aos especuladores de plantão.

Para o bancário Marcos Vandair, representante da oposição bancária da CUT/MA população do entorno das agencias estão sendo muito prejudicadas com essas ações de Bolsonaro e é imperativo que a comunidade participe das atividades contra o desmonte.

“Somente com  participação de todos os atores envolvidos e prejudicados poderemos reverter essa decisão desastrosa”, disse Vandair.


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terça-feira, 2 de março de 2021

Comando indica aprovação do acordo emergencial da Covid-19 com o BB

 


O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta terça-feira (2) com o Banco do Brasil para negociar a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho Emergencial (Pandemia Covid-19), que prevê o não descomissionamento por desempenho enquanto durar a pandemia; anistia de 10% do saldo total de horas negativas a compensar e prazo de compensação de horas negativas de 18 meses. O acordo em vigência venceria no último dia de 2020, mas foi estendido por conta da uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que prorrogou o Estado de Pandemia. Os funcionários do banco cobraram e o Comando negociou com o banco a prorrogação do acordo e indica a aprovação nas assembleias em todo o país.



“O acordo continua em validade até o final da pandemia. Apenas a cláusula com relação ao banco de horas precisava ser renovada. Conseguimos a prorrogação, que, se aprovado nas assembleias, também terá validade até o final da pandemia”, explicou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

As assembleias serão realizadas na quarta-feira da semana que vem (10), das 8h às 20h, de forma virtual, pela internet, para se evitar aglomerações devido à pandemia de Covid-19. “A renovação do acordo é importante, uma vez que o governo não consegue tomar medidas que possibilitem a contenção da pandemia e muitos funcionários podem ser prejudicados se o acordo não for aprovado nas assembleias”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

O banco informou que existem 3.500 funcionários com horas a compensar neste acordo. Dentre eles, 2.600 têm mais de 200 horas a compensar.

O coordenador da CEBB ressaltou, também, a conquista da reafirmação da cláusula que proíbe o descomissionamento por desempenho. “Isso evita o acirramento na cobrança pelo cumprimento de metas e garante que não haverá perda de renda por descomissionamento pelo não cumprimento das mesmas”, concluiu Fukunaga.

Vacina Já para todos é a prioridade para o Coletivo de Saúde da Contraf-CUT

 


O Coletivo de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu para debater sobre os desafios e planejar suas ações para 2021 e fez um levantamento dos principais problemas relacionados à saúde enfrentados pela categoria. A partir daí, definiu uma série de iniciativas para qualificar a ação sindical em defesa da saúde e de melhores condições de trabalho da categoria.


Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT, lembra que o objetivo de 2020 era implementar um processo de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para debater questões prioritárias, como atenção aos adoecidos; prevenção, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), qualidade dos serviços médicos oferecidos e as metas abusivas. “A pandemia impactou nossas negociações, embaralhou alguns processos e acelerou outros. Demandou aos sindicatos a priorização do enfrentamento da pandemia e suas diversas consequências. De toda maneira, o nosso debate acumulado mostrou-se pertinente e a própria pandemia confirmou os problemas de forma mais abrangente.”



Antigos problemas

Mesmo com a pandemia em andamento, houve continuidade na negociação com os bancos em busca de soluções para vários problemas. Mas, o Coletivo Nacional de Saúde concluiu que os antigos problemas persistem e adquiriram novas formas, aprofundando a exploração e os impactos à saúde da categoria. As metas abusivas, por exemplo, continuaram a todo vapor, com as intensas cobranças, em uma situação atípica, de emergência, com o mercado desaquecido e impactando ainda mais na saúde dos colegas.

  • O sofrimento físico e psíquico na categoria aumentou, surgindo mais um risco (além do ergonômico e psicossocial), o biológico (Covid-19), para tencionar e adoecer ainda mais os bancários.
  • Os serviços médicos continuam sendo usados com o objetivo de se livrar dos indesejados, passo a passo com a reestruturação.
  • O INSS conseguiu piorar, com mais dificuldades para acesso a benefícios e direitos. Aproveitam a pandemia para precarizar ainda mais.
  • A digitalização dos processos se acelerou e novos desafios são colocados, como o home Office.
  • Mudanças no modelo de negócios e na atividade econômica se aprofunda, com reestruturações, que já estavam no radar, sendo acelerado e aprofundado.

“Os bancos se escondem atrás da pandemia e aproveitam para ‘passar a boiada’, com mudanças legislativas, demissões se livrando de doentes, descomissionamentos, mudanças em cargos, ataque à jornada de 6 horas, entre outros ataques”, observou o dirigente da Contraf-CUT.

Desafios 2021

Mauro acredita que este levantamento deixa claro que, em 2021 é importante a continuidade das negociações permanentes com a Fenaban sobre a pandemia. “Devemos também buscar retomar a mesa de negociação permanente que tratava da qualidade dos serviços médicos e programas de prevenção, das metas abusivas e a atenção aos bancários doentes. Esses debates têm ligação com a pandemia, pois os problemas se agravaram, o adoecimento cresceu, surgindo um novo risco, o biológico e as metas abusivas continuam a todo vapor. Portanto a prevenção, serviços médicos eficientes e a busca para conter e eliminar os riscos (metas abusivas; covid-19; ergonomia) são essenciais para enfrentar a pandemia e o adoecimento na categoria”, afirmou.

Para o secretário de Saúde da Contraf-CUT, é preocupante o agravamento da situação com a ampliação do número de infectados e mortes onde o sistema de saúde está em processo acelerado de colapso. Tudo isso favorecido pela irresponsabilidade do Governo Federal e de alguns gestores estaduais e municipais. “Diante disso, devemos continuar fiscalizando e cobrando dos bancos medidas protetivas rigorosas como a manutenção e ampliação do trabalho em home office. Distanciamento social; isolamento social; uso de máscaras; higienização permanente; evitar aglomerações; testagem e monitoramento de sintomáticos, infectados e contatantes são medidas permanentes e essenciais.”

A conscientização dos colegas sobre a gravidade da situação e necessidade de tomar todos os cuidados preconizados é vital, de acordo com Mauro Salles, pois é estimulado por setores da sociedade, capitaneada por Bolsonaro, uma visão negacionista, com afirmações mentirosas que dificultam a contenção do vírus. “Um exemplo é a visão equivocada de que a atividade econômica é prioridade. Obvio que o mais importante é a vida e a saúde, mas, mesmo em relação à economia, só será possível voltar à normalidade quando a proliferação do vírus for contida. Defendemos um consistente plano de vacinação que tenha critérios transparentes baseados em requisitos científicos, nos quais as prioridades sejam estipuladas dentro de conceitos epidemiológicos”, disse.

“Neste sentido, lutamos para que os bancários, como categoria essencial e cujas características da atividade tem um potencial alto de transmissibilidade do vírus, sejam incluídos na lista de prioridades. Mas não podemos aceitar lobbys de setores que estão sendo incluídos pelo governo sem critérios científicos, somente por questões políticas”, observou. “A imunização contra a Covid-19 é um direito do povo brasileiro e é uma obrigação do governo federal coordenar uma estratégia nacional de vacinação e prover as vacinas, seguras e eficazes, que deverão ser aplicadas em toda população brasileira. Temos no Brasil o SUS, o sistema público de saúde mais eficaz do mundo, mas o flagrante despreparo e a omissão do governo federal seguem impedindo o devido processo de vacinação em massa dentro dos parâmetros epidemiológicos adequados. A saúde e a vida têm que ser prioridade absoluta e a melhora da atividade econômica está intimamente ligada à vacinação, só quando o vírus for contido a normalidade será possível”, finalizou o secretário de Saúde da Contraf-CUT

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segunda-feira, 1 de março de 2021

PLR no BB: Acordo coletivo prevê pagamento em até dez dias úteis após remuneração aos acionistas. JCP será pago até dia 3




 
O acordo coletivo assinado entre o Banco do Brasil e os sindicatos prevê que a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) deve ser paga em até 10 dias úteis após a remuneração dos acionistas. Na maioria das vezes, o banco tem feito o pagamento aos trabalhadores no mesmo dia em que é feita a distribuição dos dividendos. Essa tem sido, inclusive, reivindicação do Sindicato e da Contraf-CUT.



A distribuição de juros sobre o capital próprio aos acionistas (JCP) do BB está programada para até esta quarta-feira (3), e a expectativa dos trabalhadores é que o banco pague também nesse dia a PLR, em reconhecimento aos bancários e às bancárias, especialmente neste momento em que se desdobram no enfrentamento aos desafios impostos pela pandemia.



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Número de empregados da Caixa mortos em 2021 já supera 2020

 


O número de mortos empregados da Caixa Ecônomica por coronavírus nos primeiros dois meses de 2021 já supera todo o ano de 2020, quando iniciou-se a pandemia de Covid-19, e deve-se acender um sinal vermelho entre os trabalhadores do banco público. Até agora, pelo menos 40 foram vitimados pela doença, mais do que os 19 registrados entre março e dezembro do ano passado, demonstrando o momento grave que temos passado, o descaso do Governo Federal e da gestão da Caixa para com os empregados e a população. Se somarmos o número de trabalhadores terceirizados falecidos, esse número deve triplicar.

Veja também: Em maio de 2021 haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrição pra pré-candidatos.

Apesar de o banco sonegar informações sobre as vítimas, levantamentos feitos pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região dão conta de que o aumento expressivo no número de mortos tem relação com o o trabalho presencial. O Sindicato continua cobrando informações do banco.

Para o dirigente sindical e empregado Caixa, Dionísio Reis, a entidade vem cobrando que o banco amplie as medidas de proteção aos trabalhadores, como a inclusão de uma barreira acrílica para os gerentes e assistentes, desde o início da pandemia, sem sucesso.

"Temos cobrado o aumento da proteção aos trabalhadores e à população de uma forma geral, porque a Caixa tem, pelo contrário, reduzido a segurança sanitária para seus empregados. O aumento no número de empregados é expressivo, e entre os terceirizados este número deve ser pelo menos três vezes maior. São estes trabalhadores que pagaram o auxílio emergencial para mais da metade da população brasileira, e este descaso da Caixa deixa todos expostos", afirma o dirigente.

Metas x Saúde

Além de acabar com a saúde mental dos bancários, os recrudescimentos das condições psicossociais feitos com a cobrança de metas desumanas também esta aumentando a exposição dos bancários a Covid-19. O sindicato tem feito atos toda semana em defesa da Caixa pública e contra a cobrança desumana de metas. O que tem sido apurado é que os atendentes que podiam estar acabando com as filas e estão totalmente voltados a outras funções.


Veja também: BB derruba liminar do SEEB/MA, em que suspendia o fechamento de agências 


"A direção da Caixa, ao invés de focar na proteção dos trabalhadores e da população e no serviço essencial que está sendo prestado, vem fazendo cobranças desumanas de metas, tirando os empregados do atendimento e deslocando-os para a venda de produtos, aumentando o risco de contaminação por conta das grandes filas. É preciso aumentar a proteção dos trabalhadores, as medidas de segurança e a contratação de mais empregados para garantir a saúde e a segurança de todos", finaliza.


Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo


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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Saiba tudo sobre a liminar contra a reestruturação do Banco do Brasil

 


conversar sobre o plano de reestruturação lançado pelo Banco do Brasil em janeiro desse ano? Estão previstas 5.000 demissões, o fechamento de 112 agências, 242 postos de atendimento e sete escritórios do banco, com alteração unilateral no contrato de trabalho dos bancários, extinção de cargos, funções e descomissionamentos.

Veja também: Em maio de 2021, haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrições pra pré-candidatos


Quais os impactos imediatos, a médio e longo prazos dessas medidas? Quais as ações administrativas e judiciais foram tomadas? O que cada bancário e cada sindicato tem que fazer?

Fique por dentro deste assunto e saiba quais são os possíveis desdobramentos das ações judiciais em andamento! Participe do bate papo, envie perguntas e tire suas dúvidas!

O bate-papo será na segunda-feira (1º/3), a partir das 18h, com transmissão ao vivo pelo Youtube Facebook da Contraf-CUT e também pela página do Crivelli Advogados no Facebook. Para passar as informações e esclarecer as dúvidas da categoria, foram convidados o coordenador da Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, o diretor Jurídico do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ernesto Izumi, e os advogados Renata Cabral, assessora jurídica da Contraf-CUT, e Marco Aurélio dos Anjos, ambos sócios do Crivelli Advogados.

Bate-papo sobre liminar contra a reestruturação do BB

Segunda-feira, 1º de março
A partir das 18h
Nas páginas da Contraf-CUT no Youtube e Facebook e do Crivelli Advogados

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Em maio de 2021, haverá eleição para o SEEB/MA, Oposição Bancária do Maranhão, abre inscrições pra pré-candidatos.

 





Convidamos todos os bancários do Maranhão, para que possam participar do processo eleitoral que ocorrerá em maio de 2021, para disputa da diretoria do SEEB/MA.

 Qualquer bancário  pode se candidatar e formar uma chapa, desde que tenha se filiado até o dia 31 de janeiro do ano que houver eleições e esteja em pleno gozo dos direitos sociais conferidos pelo Estatuto.

Em março deste ano, será escolhida a comissão eleitoral que coordenará a eleição, serão três candidatos escolhido nessa assembleia. Será eleito um presidente e um secretário entre seus membros.

A diretoria do SEEB/MA, é composta por 48 (quarenta e oito) diretores eleitos pelo voto direto e secreto, com mandato de 3 (três) anos, composto por 11 (onze) diretores executivos, com igual número de suplentes e 15 (quinze) diretores regionais, com 11 (onze) suplentes. 

As diretorias estão compreendidas na Capital, Imperatriz, Bacabal, Caxias, Balsas, Presidente Dutra, Pedreiras, Codó, Chapadinha, Santa Inês, Pinheiro e São João dos Patos.

A direção do sindicato precisa mudar! A diretoria atual só trabalha nos últimos seis meses que antecede a eleição, percebemos que suas atividades se intensificaram nos últimos dias, inclusive nas redes sociais, apenas com fins eleitorais. 

O grupo da direção atual, já permanece há 20 (vinte anos), os anseios dos bancários maranhenses tem ficado em segundo plano nos últimos anos. 

 Quem tiver interesse em se  inscrever na chapa, basta fazer um pré-cadastro no link abaixo, que logo entraremos em contato com o candidato, seu cadastro passará por uma análise. 

Faça sua inscrição aqui👉 INSCRIÇÂO

Ou entre em contato pelo número/WhatsApp: 98124-2827, falar com Marcos Vandaí





Contraf-CUT realiza Conferência Livre dentro da 5ª Conferência Nacional de Saúde dos Trabalhadores e Trabalhadoras

Evento será realizado em formato híbrido, com participação presencial na sede da Contraf-CUT, e virtual por meio da plataforma Zoom A Confed...